Concorde comigo ou esteja fatalmente errado
10 Mar
Hoje em dia, com as TVs cada vez mais sofisticadas e conexões de internet superrápidas, fazer aluguel de video online é uma obviedade. Cá entre nós, acho difícil acreditar que o mercado ainda seja tão pequeno e restrito.
Isso só pode ser explicado por duas coisas:
Algumas opiniões sobre este tipo de serviço:
Mas vamos aos fatos.
O teste do aluguel de vídeo
A tela do Netcast é mais ou menos assim
Ontem à noite usei uma TV LG Infinita, com o Netcast ativado. Fiz cadastro no Terra Video Store, no que ganhei R$ 10 para testar o sistema.
Imediatamente fui navegar no acervo. Há algumas séries, sendo apenas uma pequena parte mais ou menos atual.
Os filmes sofrem do mesmo problema. Acervo limitado e poucas novidades.
Aí vi que as séries têm preço R$ 0,00. Pensei “legal, vou ver todas!”. Que nada. Ela apenas estão lá e o download não funciona.
Genial.
Aí fui para os filmes. Não achei nenhum em HD ou em widescreen. Azar. A diária dos lançamentos está por volta de R$ 6,90 e a diária do acervo sai por R$ 4,90.
Meio caro, não? E ainda por cima nenhum em HD ou widescreen.
Aí peguei uma comédia qualquer e mandei ver. Funcionou bem, sem paradas, com minha conexão de 3 mb da GVT.
Comérdia Parentes Perfeitos de 2006. Legalzinho e a esposa gostou.
O problema é o preço e a qualidade. Simplesmente não vale a pena trocar um lançamento em bluray fullhd baixado por um filme desses em baixa qualidade.
Vamos ver se melhora.
Opinião geral: vale a pena se você tem o equipamento necessário, uma boa conexão, mas tem dificuldade de usar uma locadora de carne e osso.
Falta uma melhora no preço e no produto para o serviço ficar joia. Mas acho que tem futuro.
24 Sep
Elvis não podia acreditar no que estava acontecendo. Estava apaixonado por Madonna. Pelo menos no melhor filme brasileiro dos últimos desde a finada Atlântida, Elvis & Madonna. Veja o trailer:
O filme é baseado ao contrário num livraço do meu amigo Biajoni, o que cara que um dia irá escrever “Suruba – uma novela canina”.
Basear-se ao contrário, para quem não sabe, é a fascinante arte de fazer uma versão literária para um filme.
Isaac Asimov fez a melhor versão ao contrário que eu já conheço em sua Viagem Fantástica II. Não sobrou praticamente nada do original, exceto o lance de miniaturizar uma nave. E ficou muito melhor.
Voltando a viadagem (ou seria colação de velcro?)
27 Aug
Olhando as fotos do carro FURIOSO publicado no Autoblog para a nova edição do pior filme-de-todos-os-tempos-sem-Jennifer-Lopez vi esta frase no subtítulo:
Filme será rodado em Porto Rico, mas se passará no Rio de Janeiro
WTF? CUMA? EPIC WHAT? É o fim, depois do chilique que deram por causa de uma frase qualquer do Stallone, e a viadagem com Turistas, agora nem filme ruim os caras fazem mais aqui.
E segue as fotos do novo Dodge Charger fantasiado de polícia carioca (WTF?) que o Autoblog descolou:
23 Aug
2 Aug
Cancelei minha TV a cabo, consequentemente tenho assistido a muitos filmes bons recentemente.
Sim, TV a cabo limita a nossa possibilidade de ver o que gostamos. É ruim, feia, boba e chata. Além de cara e o serviço ruim.
Mas voltando à lista, são 5 recomendações, nada mais. Não é uma lista de TODOS os filmes do mundo. Só alguns. Então vamos à ela:
O Labirinto do Fauno: mistura fantasia com guerra civil e deixa uma pergunta no ar: será que não passou tudo de imaginação da protagonista?
Os Substitutos: policial sci-fi com algumas implicações ética, apesar de eu questionar tecnologias que são adotadas por 99% das pessoas em apenas 5 anos. Se nem internet foi assim, porque robôs seriam diferente?
Os Amantes: filme absolutamente não romântico. Aliás, filme menos romântico que já assisti. Divertido;
Jean Charles: excelente encenação do ambiente em que vivem os migrantes brasileiros no exterior. Uma verdadeira lição sobre o valor das redes sociais.
Wall-E: não tinha visto ainda, graças aos horários absurdos da NET. Agora vi. Belíssima história com uma pegada parecida com Os Substitutos.
14 Jan
Faz tempo que as telas de cinema não vêm um sucesso como Avatar. Em poucas semanas arrecadou quase o mesmo do que Titanic nas bilheterias (veja a lista das maiores bilheterias), o que comprova o talento do diretor James Cameron em contar a mesma história de sempre com os mesmo personagens, mas outro cenário. O problema (para os produtores), é que o sucesso de Avatar expõe a fragilidade do negócio. Vamos por partes.
Avatar é como nenhum outro. Lançado simultaneamente em 2D e 3D com uma direção de arte espetacular, o filme não é apenas um filme. É um acontecimento em várias mídias, sendo que sua versão para vários videogames foi lançada semanas antes da estreia. Até o momento, a produtora Ubisoft não relatou grandes ganhos.
No entanto, devido à depressão generalizada causada pelo filme, é possível que o jogo passe a ganhar momentum nas próximas semanas e, eventualmente, até possa superar o cinema em receita.
Epa, um jogo superando um filme? Sim, isto é normal hoje em dia. O jogo “Call of Duty: Modern Warfare 2” já tem receita estimada de mais de US$ 1 bilhão. O video abaixo, de uma cena do jogo, deixa claro que é uma produção muito diferenciada:
Vale lembrar que um jogo custa em média US$ 60 enquanto que um ingresso de cinema sai por bem menos. Além do mais, um jogo pode ser comprado por qualquer pessoa em qualquer lugar, ao contrário do cinema, que só vive nos centros urbanos.
Ao contrário do sucesso financeiro de Titanic, Avatar conta – e muito! – com salas habilitadas em 3D para gerar mais vendas. Afinal, o ingresso para estas custam bem mais. Em bilheteria, Avatar está bem atrás de outros filmes como o Cavaleiro das Trevas.
Mas peraí, isso não é bom?
Claro que é. Mas note, menos pessoas estão indo ver um filme que rende mais. MENOS gente, não MAIS. Logo, o filme – e de quebra a indústria em geral – é menos popular do que era há 10 anos e muito menos do que há 50.
Neste momento, a indústria cinematográfica sabe que seu ÚNICO diferencial está no conteúdo tridimensional que sequer é oferecido em larga escala. Há ainda poucas salas deste tipo nas grandes cidades e menos ainda no interior.
É provável que apareçam várias produções voltadas para este formato e se ampliem o número de salas. Elas buscam, principalmente o diferencial e a alta receita gerada nestas salas.
No entanto, como as salas 3D são mais caras é menos provável que tenhamos mais salas de cinema do que hoje. Possivelmente teremos menos. Bem, menos. Há ainda o agravante, como apontado por Rafael Ziggy, do Sim Viral, do pouco conteúdo das produções:
“Acho que (o 3D) vai estragar o cinema. Vai aumentar o número de filmes com efeitos demais e histórias de menos.”
Por sinal, você já imaginou um filme do Woody Allen em 3D? Aquela cara de perdedor narigudo de terceira idade avançando até você? Muito pior que o pior dos piores “Sexta Feira 13″.
Hoje então, com a popularização de aluguel de filmes por streaming, a popularização dos home theaters e a pirataria rampante turbinada por conexões de banda larga com 10mb, passa a ser ridículo pensar em se deslocar até um lugar qualquer para ver um filme.
Comparemos os custos:
Aluguel: R$ 5 = assistem quantas pessoas puderem durante 1 dia
Download ilegal: R$ 2 (1 dia de internet) + o serviço de procurar = assiste quantas vezes quiser por tempo ilimitado
Cinema: R$ 12 (ingresso) + R$ 5 (pipoca) + R$ 10 de deslocamento (estacionamento, passagem, gasolina) = para uma pessoa e apenas uma exibição
A opinião de Gisele Honscha se baseia em torno de custos:
“Eu acho que o 3D com um bom trabalho de marketing em cima pode aumentar o lucro da indústria cinematográfica nos próximos anos. Não acredito que será o suficiente para evitar que as pessoas prefiram SEMPRE fazer downloads gratuitamente a ir ao cinema.”
No futuro, será mais ou menos como quando os cinemas de rua migraram para os shopping centers e muitas cidades passaram a ficar sem este serviço. Na ocasião, o que se descobriu é que com TV à cabo + locadoras de qualidade ninguém sente falta de cinema.
Aí com o 3D isso muda um pouco, mas só um pouco. Isto porque as companhias de eletrônicos já estão lançando televisores com imagem tridimensional. Veja uma da Sony em funcionamento abaixo:
Para Alexandre Fugita, do TechBits, é uma espécie de corrida de gato e rato tecnológica:
“Na minha visão o cinema tem se adaptado para não “morrer”, vamos dizer assim. No começo tinha o formato 4:3, daí surgiu a TV que era 4:3. O cinema passou a ser 16:9 e agora o 16:9 e HD passaram para TV comum. Então o cinema inventou o 3D pra se diferenciar de novo.”
Qual a relevância de um cinema neste caso? Nenhuma. Sério, nenhuma. E a maior prova da irrelevância da mídia está na forma com que ela se promove.
Ao invés de falar dos filmes, passam a falar de números. Apenas números.
E se o campeonato brasileiro fosse resumido a isso? “Veja o jogo que mais de 40 mil pessoas pagaram para ver no estádio” seria a chamada dos jogos do Remo no pay-per-view.
O cinema nunca vai morrer, claro que não. Assim como o teatro, os jornais e o rádio, ele irá cada vez mais buscar um nicho específico e ficará lá, resumido à sua decadência.
Esta, claro, é a minha opinião. Nick Ellis, do Digital Drops, pensa muito diferente:
“Acho que o cinema não precisa de salvação, mas o 3D sem dúvida é a onda do futuro”
E qual é a sua opinião? O 3D tem potencial para evitar que o cinema vire teatro ou o rádio?
A Gisele deu mais um pitaco (mulheres sempre têm a palavra final):
“Todos os meios precisam ser reinventados de tempos em tempos. Um novo meio não anula os anteriores, mas as novas formas das pessoas se relacionarem e consumirem mídia faz com que as linguagens e modelos de negócios tenham que ser reformulados a uma nova realidade.”
8 Sep

Considerado o responsável por inaugurar a língua inglesa, o poema épico Beowulf virou filme quatro vezes no espaço de poucos anos. A primeira versão, mais realista e, portanto, distante do original, chama-se “O 13º Guerreiro” .
A segunda e a terceira versão têm o nome da fera, mas uma é desenho, portanto não têm atores, e a outra é protagonizada por Cristopher Lambert. Portanto, também não têm atores.
Já a quarta é tão perturadoramente ruim que terá de ficar para outro post, a ser publicado num futuro muito distante. Nem o nome será citado.
Quem é Buliwyf e o que este árabe está fazendo aqui?

A versão mais antiga é fruto de um desafio auto imposto do escritor Michael Crichton. Ele queria mostrar que a história do herói poderia sim ser verdade. Para tanto ele tirou o dragão, a bruxa e o monstro descendente de Caim.

No seu lugar colocou um árabe e uma tribo isolada de Neandertais em uma sociedade matriarcal (por falar nisso, Fora Sarney). O resultado é o (bom) livro, de leitura facílima, “Devoradores de Mortos” e o filme mediano já citado, protagonizado por Antonio Banderas e com os nomes dos principais personagens alterados. Por isso Beowulf virou Buliwyf.
Para coroar, Michael Crichton usa a mesma artimanha de Dan Brown e jura de pé junto, mas apenas dentro do livro, que tudo é verdade.
Robocop gay na idade média?

O que esperar de um filme produzido pela mesma patota que cometeu Mortal Kombat? Nada, certo? Pois é exatamente isso que eles entregam com sua aventura pós-apocalíptica. O augo do filme foi usar a genial idéia de misturar espadas com elementos eletrônicos.
Se isso já é ridículo em filmes bons, imagine nos medíocres. A única coisa interessante é a direção de arte, mas quem precisa de arte hoje em dia quando temos o DeviantArt à disposição?
Angelina Jolie pelada e dragões em CGI

Abaixo da água ela está sem roupa
A versão mais recente foi toda construída em desenho, mais ou menos como Matrix ou Transformers, mas sem os personagens chatos. Nesta versão, Beowulf é um maluco arrogante que consegue atravessar mares tempestuosos contra o vento mesmo com a vela aberta. Coisa de diretor de arte, com certeza.
Apesar da versão em pixels de Angelina Joline nua e de cabelo comprido, o que salva o filme é o roteiro escrito por gente competente (Neil Gaiman e Roger Avary). Vale lembrar que o objetivo do roteirista é evitar que o espectador se esqueça do filme após os créditos.
Recapitulando: o objeto do diretor de arte é gastar dinheiro, o do diretor do filme é estourar o orçamento e o do produtor é vender pipoca. Os atores estão lá só para vender perfumes e revistas de fofoca, logicamente.
6 May
Hollywood já era e Wolverine é gay. O segundo maior produtor mundial de filmes agora é a Nigéria, apenas atrás da Índia.
Segundo a ONU, o polo cinematográfico africano, conhecido como Nollywood, assinou 872 filmes em 2008. Quase 400 além dos norte-americanos. Todos diretamente em vídeo, pois as poucas telas locais estão sempre ocupadas por blockbusters norte-americanos, claro, e é muito mais barato esquecer a telona.
Na prática, não muda nada. Provavelmente boa parte dos filmes são bem ruinzinhos, como os de Hollywood. E os de Bollywood. Bons mesmo só os da Casa de Cinema de Porto Alegre. O único cinema no mundo que não tem sotaque.
Maiores produtores de filmes longa metragem
Índia 1.091
Nigéria 872
EUA 485
Japão 417
China 330
França 203
Alemanha 174
Espanha 150
Itália 116
Coreia do Sul 110
Reino Unido 104
10 Mar
Se for para indianos é simples. Basta fazer um filme à la Bollywood, com bastante dança do ventre e cantorias ao lados mísseis e voilá, mais uma venda é feita para este verdadeiro bastião da liberdade no sudeste asiático.
Detalhe, o vídeo é autêntico e REALMENTE foi feito para vender armas na Índia. Supresa, quando esta mesma empresa veio para o Brasil vender armas eles também fizeram um video. Imagine sobre o quê? Futebol, claro;
Mais informações aqui.
5 Feb
Quando um sujeito tentou entrar em um shopping de Dubai vestido de mulher, a polícia não teve dúvidas e o prendeu. O delinquente, um indiano de 45 anos disse que estava usando roupa de mulher (incluindo sutiã e peruca) como ensaio para um papel secundário em Caminho das Índias um filme de Bollywood.
Realmente, é um marginal perigoso.
5 Aug

Neste finde sai o próximo filme do Zé do Caixão, “A Encarnação do Demônio”, e eu vou ver. Todo mundo vai ver. Será uma loucura nos cinemas, tudo porque o personagem de José Mojica Marins prometeu que o dedo mindinho da mão esquerda de quem não for ir apodrecer em fístulas gelatinosas até dolorosamente cair.
É óbvio que eu não quero ficar com a mão de Lula e aposto que você também não. No site do homem tem um monte de coisa legal para o sujeito se convencer de que o risco de perder os dedos é muito grande.
Enquanto sexta-feira não vem, vai sacando o trailer do filme.
Link direto.
13 Apr
Lendo a entrevista dos produtores do filmaço “Capital dos Mortos” fiquei imaginando como seria o mundo habitado por zumbis, só que, de fato, os zumbis já estão entre nós.
Para explicar isso seria importante definir primeiro o que são zumbis. Como toda a trilha sonora dos filmes do gênero é baseada em Heavy Metal (“Capital dos Mortos” terá o som da Device), portanto é de se assumir que o gênero oposto seja zumbificante.
Ou seja, ouvir muito funk e axé zumbificaria.

Mas só isso não basta. É preciso muito esforço para destruir toda a sua massa encefálica e sair por ainda pensando apenas em comer uns aos outros.
É preciso também assistir muita televisão e jamais tentar ler um livro. Aliás, é vital NUNCA aprender a ler exatamente.
Além disso, não basta ser culturalmente nulo para ser um zumbi. É preciso agira dessa forma em todas as áreas, portanto é necessário também trabalhar como um zumbi: sem pensar naquilo que faz.
Essa falta de pensamento também se abate ao exercício da cidadania, claro. Todos os zumbis que eu conheço votam religiosamente, mas não se lembram em quem. Zumbis votam, mas não pensam.
Sem falar, devido ao instinto de auto-preservação animalesco, os zumbis só pensam em si. Iso explica a corrupção, a violência e a estabilidade dos funcionários públicos.

Felizmente, os zumbis do mundo real não se interessam por seres não zumbis. Quem se interessaria por pessoas com cérebros? Zumbis que não, óbvio.
OBS: este texto participa do concurso tosco proposto pelo Théo do AOE.
27 Mar
Este filme é sobre a dura vida dos anões trabalhando nas máquinas de refrigerante. Ele foi produzido por alguns amigos meus na faculdade, entre eles o Nano e a Ana Oliver, e ficou muito legal. Vale a pena ver, ainda mais porque é curto. Apenas 5 minutinhos.
O link direto para o vídeo é este e o site oficial é este.
28 Feb
Assisti a Borat no final de semana. Além das várias pérolas (como o 69 com Azamat e do saco de fezes durante o jantar) , uma coisa me chamou muito a atenção: O Hino Nacional do Cazaquistão.
O Cazaquistão é o maior país no mundo (era até o fim da URSS)
Todos os outros são dirigidos por menininhas (isso é verdade)
Cazaquistão é o número 1 em exportação de potássio
Outros países têm potássio inferior (vai um café brasileiro aí?)Cazaquistão, pátria da piscina Tinshein
Com seus 10 metros de comprimento e 2 metros de largura
Sistema de filtragem, uma maravilha notável
Ele remove 80% do dejeto humano sólidoCazaquistão, Cazaquistão, você é um lugar muito legal
Das planícies de Tarashenk até a cerca norte dos judeus
Cazaquistão, amigo de todos, menos do Uzbequistão
Eles, pessoas bem narigudas com osso nos seus cérebrosIndústria do Cazaquistão, a melhor no mundo
Nós inventamos o caramelo e o cinto para calças
As prostitutas do Cazaquistão, as mais limpas na região
Tirando, é claro, as do TurcomenistãoCazaquistão, Cazaquistão, você é um lugar muito legal
Das planícies de Tarashenk até a cerca norte dos judeusVenha agarrar o poderoso pênis do nosso líder
Da junção com os testículos, à ponta da cara dele!
Fonte
Em homenagem ao hino, construí um encontro de cúpula do Mercosul. Note que uma delas tem apenas quatro dedos.
