O pessoal anda comentando sobre a questão da legalização do aborto (sim, a questão é tornar legal algo que já é realidade) e a Lúcia Freitas, sempre excelente, mandou o link dessa entrevista feita pela Ceila Santos com uma representante do grupo Católicas pelo Direito de Decidir. Vale a leitura.
Ow Daniel… Agora fiquei curioso pra saber a tua opinião a respeito de Aborto… mas tudo bem – aguardarei o post …[:)]…
Tipo assim – eu acho que ao invés de investir em aborto as mulheres deveriam investir em prevenção. Idem para instituições governamentais (ou não), no que diz respeito a programas educativos…
Algo como campanhas com um provável lema – “Prevenir para não Abortar”. Aborto, seria uma saída para casos extremos, onde a gestação estivesse pondo em risco a vida da mãe ou do bebê.
hmmm… era isso…
Forte Abraço!
Lá no LD, eu publiquei um baita artigo sobre aborto.
Eu acho o seguinte:
A partir do momento que o aborto for legalizado, criarão-se relatórios para controlar. Não é como uma pastelaria, chega no médico e pede um aborto. Tem que ter motivo.
No caso de fetos acéfalos (sem cérebro) imagine o sofrimento da mãe gerar uma criança por 9 meses que vai sair de seu ventre e morrer.
No caso de mulheres vítimas de abuso sexual, em alguns casos, a justiça concede o famoso aborto legal(necessário), que inclusive, tem previsão no código penal, em seu artigo 128 e incisos.
Portanto, sou sim a favor do aborto, desde que maneira controlada, motivada e fundamentada, com poder discricionário do médico em realizá-lo ou não, pois, se depender da resposta da justiça, é capaz da criança nascer e não ter saído ainda a sentença.
Para o controle de natalidade, NÃO. Controle de natalidade é outra questão para ser debatida em outro artigo.
O Aborto tem seus aspectos positivos, bem como os negativos, cabe a cada um julgar e ver, sob qual perspectiva, é melhor vê-lo ou estudá-lo. Aborto é uma realidade, é ilegal, por hora, mas acontece e MUITO!
Bender, mas deve ser evitado que o aborto vire forma de controle de natalidade.
E outra, quando falam em liberar o aborto, não é liberar GERAL.
Essa liberação para o aborto é para certos casos, que terão o manto da lei os protegendo e permitindo.
Eu não sou contra o aborto, desde que ele seja justificado. Por exemplo, um casal que mora na rua e já tem um filho, a mulher engravida e pede o aborto. Acho que deve permitir.
Um casal com casa própria, emprego, com um filho. A mulher engravida e quer abortar. Não permitiria.
Eu acho essa questão muito complexa pra gente tratar dando pitacos ou opiniões vagas. Afinal, o Aborto está, pelo código penal, no capitulo que trata dos Crimes contra a Vida. A Constituição garante o Direito a Vida. Leis Internacionais garantem Direito a vida. Código Civil regula o Direito do NAscituro e, inclusive, de prole futura no caso do ‘de cujus’ ser o pai da criança que está por vir.
Sem brincadeira, mas essa questão aborto é Tema pra monografia, pois envolve MUITO MAIS que opiniões.
A opinião do Fabião, do Morróida, que ele dedicou no post dele, eu achei sem pé nem cabeça, que me desculpe o amigo.
Simples, como que vai cortar o mal pela raíz, se não podemos prever o futuro?
Quando um pai cria um filho, por mais vagabundo e ladrão que esse pai seja, ele não quer que seu filho se envolva nisso.
Muitos pais HONESTOS e TRABALHADORES criam seus filhos na melhor educação possível, ensinam o caminho certo, o bem, e estes enveredam pelo caminho do mal ,cometem barbáries.
Resumindo. O aborto não é o simples fato de aceitar ou não gerar uma vida. Criar ou não criar um ladrão, homicida, etc. É o FATO de decidir dar a VIDA ou não para um ser concebido que pode tornar-se um cidadão.
É justo alguém tirar a vida de uma pessoa normal?
É justo tirar a vida de alguém, por achar que, por ele ter nascido na favela, será um criminoso?
É justo obrigar uma mãe, carregar 9 meses na barriga um feto acéfalo?
Legalizar o aborto é salvar milhares de vidas das tantas que recorrem a clínicas clandestinas todos os anos. A OMS diz que uma em cada nove mulheres no mundo aborta. Escrevi esses dados em meu blog. A discussão vai além do simples “contra ou favor”. Abs
Pois é… opiniões vagas…
Então, vamos ao fato:
Imagine-se agora deitado em sua cama, dentro do seu confortável quarto. Você está de olhinhos fechados e contando carneirinhos para adormecer. Então, alguém encosta algo em você. Você abre seus olhos e vê um enorme cano que está encostado em alguma parte do seu corpo. Você estranha quando o encanamento começa a tentar te sugar. Porém, fica mais apavorado quando diversas lâminas saem do cano e começam a te dilacerar.
Hmmmm… algumas partes do teu corpo já foram picadas e lá se vão elas… Oh… coitado… foi sugado pelo cano… Próximooooooo!!!
Você realmente acha que legalizando o aborto, o ato em si será menos cruel?
Ainda digo mais: Você realmente acha que legalizando o aborto as ex-futuras-mães não sairiam com complicações das salas de cirurgias?
Bah… Ainda sou a favor das camisinhas… Esterilizações…
Aborto só em casos extremos (bebês anencéfalos, vítimas de violência sexual, risco de vida da mãe e outros casos do tipo)….
Abraços a todos!
A exemplo do Fernando, eu sou contra o aborto. Apenas em casos como anencefalia. O estupro não pode ser combatido com aborto e sim com segurança pública. Não porque essas mulheres tenham culpa, mas porque a brecha que abriria para “fraudes” e a ocorrência de casos não é tão grande para o possível prejuízo dessa brecha.
Por isso, ao invés do Bentão dar duzentos mil dinheiros pra nossa amazônia, ele poderia fazer uma PUTA campanha de marketing em cima dos preservativos.
Afinal, não é porque ele usa o pinto só pra mijar que nós tenhamos que seguí-lo.
É… também sei disso Vinícius… mas todos contém requintes de crueldade e riscos para a mulher… Não é mesmo?
Ah… havia me esquecido – Você tem filhos? Trabalhas na área jurídica?
Te fiz a primeira pergunta pelo fato de que, antes de eu ter filhos, tinha a mesma opinião que você (com relação a legalização do aborto).
A segunda pergunta é devido à influência da profissão no modo de pensar do indivíduo (temos que tomar bastante cuidado com isso).
p.s.: Desculpe me estender nos comentários. Respeito teu ponto de vista. Porém, estou defendendo o meu. Ok?
[...] quinta eu postei uma parte de uma entrevista de uma defensora do aborto e isso gerou uma bela polêmica (claro, quer tema mais polêmico que esse? Só se for o furúnculo [...]
Sou contra a legalização do aborto e, por mais que eu procure entender os argumentos dos que defendem esta prática, não consigo aceitar!
1°- O aborto clandestino não deixará de existir pois a clandestinidade é cúmplice do anonimato e não exige explicações.
2°- É ingenuidade acreditar que haverá um controle e que só em casos realmente necessários se realizará o aborto, afinal, quais são as leis que são cumpridas em nosso país?
3°- A grana que vai ser envestida neste projeto, para credenciar hospitais públicos a realizarem o aborto, poderia ser investida em educação dando condições das pessoas de sustentarem seus filhos e realizar o planejamento famíliar. (Mas instruir o povo não é de interesse dos políticos pois pessoas cultas são mais difíceis de serem manipuladas).
4°- As feministas dizem que é direito da mulher optar ou não pelo aborto, que o corpo é da mulher, mas quem defende o direito de nascer (previsto por lei)daquela criança que não pediu pra estar no ventre da mãe.
5°- A mulher é dona do próprio corpo,então que tal legalizarmos o aborto e a prostituiçaõ também?
6°- Por que abortar e não evitar a gravides?
7°- Quem é a favor do aborto já se deu de que se fosse fruto de uma gravides não desejada em um país onde a prática é legalizada seria um abortado. Você gostaria de ser um abortado?Um regeitado pela própria mãe?
8°- O aborto já é praticado, a legalização só dará melhores condições para prática. Sendo assim, deveríamos garantir um professor de atletismo a todo ladão pra que ele tenha mais conduções físicas de fugir da policia. Vocês não acham?
Bom, acho que já falei demais, este é um assunto que me revolta, só pesso que pensem bem antes de aprovar esta lei que autoriza as pessoas a se tornarem ” ASSASSINAS”.
Tchau!
pense comigo se abortar eh um crime pelo ambriao ou seja um amontoado d celulas ser considerado um ser vivo entao quando um homem se masturba seria oq /? um genosidio? coitado dos milhoes de espermatozoides!!!!!!
Eu sou a favor do aborto!!
criança tem que vir ao mundo, mas com o direito de ser amada, ter uma lar e uma família, e não vir ao mundo em qualquer condição.
Se uma adolencente se droga vive em meio a malandragem, sem a menor condições moral, psicológica, etc…ela tem o dever de trazer uma criança ao mundo nessas condições!!!
é melhor ela tirar um feto q ainda ñ é uma vida, ou, mas tarde ela jogar um bebê no rio, ou atirar pela a janela, ou queimar num microondas!
Desde que isso seja feito no início da gravidez acho que deveria ser aprovado sim, não depois q a criança ja se formou e ja pode se mecher no ventre da mulhar aí sim é um crime!!
Como as pessoas tem a mente fechada e só consegue ver a maldade em tudo, por isso ki o Brasil está cheio de adolencentes se prostituido e milhares de crianças passando fome, entrando p o mundo do crime das drogas, elas muitas ñ tem escolha, isso sim é maldade!!! dos q são contra o aborto.
O próprio Jesus disse:
Mateus 5-29,30
29. Se teu olho direito é para ti causa de queda, arranca-o e lança-o longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo todo seja lançado na geena.
30. E se tua mão direita é para ti causa de queda, corta-a e lança-a longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo inteiro seja atirado na geena.
Definição: O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento.
Fala-se de aborto espontâneo quando a morte é produto de alguma anomalia ou disfunção não prevista nem desejada pela mãe; e de aborto provocado (que é o que costuma ser entendido quando se fala simplesmente de aborto) quando a morte do bebê é procurada de qualquer maneira: doméstica, química ou cirúrgica.
Pode-se abordar este tema sob diversos prismas: a neutralizade – que é conveniente quando não desejamos nos envolver, polemizar ou não temos posição definida sobre o tema; indecisão – quando acreditamos nos prós e contras em ser favorável ou contrário a esta prática; favoráveis – que entendem que há argumentação pessoal, científica, criminal ou outras para efender a prática; ou contrários – quando não entendem haver esta argumentação, quando entendem que a vida concebe-se na geração, ou por causa de conceitos religiosos.
Quem é favorável pode beneficiar-se de conceitos científicos, como controle da natalidade, controle de doenças degenerativas, incapacitantes, nocivas ou que podem induzir à problemas o próprio feto ou a mãe, e mesmo nos casos de natimortos. Também há os casos criminais, especialmente as de vítimas de estupro. Há infinitas outras motivações que poderiam ser listadas, como questões econômicas, direito da mulher, etc.
Quem é contrário costuma beneficiar-se de apelos humanitarios, designando o aborto como infanticídio. Há, principalmente, o apelo religioso, onde todas, ou quase todas as religiões, condenam o aborto, bem como controles de natalidade (métodos contraceptivos, fidelidade, sexualidade somente após o casamento, etc.). Também aqui há inúmeras outras motivações para não fazê-lo.
Mas a questão não resume-se simplesmente a legalizar ou não o aborto, ou mesmo, e mais além, descriminalizá-lo, ou ainda, aceitar o aborto, mesmo que ilegal. Então vejamos:
1) Infanticídio – assassinar (matar, destruir-lhe a vida, deixar morrer) menor de idade (criança, em tenra idade). Para que se caracterize como infanticídio é necessário reconhecer oficialmente que há vida após o ato sexual e sua consequente concepção, dada a fusão de um espermatozóide com um óvulo. O STJ do Brasil não reconhece o início da vida neste momento, o que foi resultado da grande disputa pelas pesquisas e uso de células-tronco originadas de embriões para salvar ou melhorar a qualidade de vida de outrem. Também aqui, por analogia, se alguém mata sem a intenção, sem o desejo, sem premeditar, sem motivação nem interesse e é processado e julgado por crime culposo (ao contrário do doloso onde há dolo, ou seja, desejo, intenção em fazê-lo), mulheres que abortam espontaneamente, ou em outras circunctâncias que não intencionais, também seriam criminosos, enquadradas na caso culposo. Isto seria um absurdo abominável, uma vez que abortos não intencionais normalmente estão relacionados a questões genéticas, psicológicas, circunstâncias e acidentes, ou mesmo, deficiências alimentares ou de repouso. Estas mulheres não são criminosas, são vítimas. Por outra analogia menos empolgante, quando matamos insetos ou outros animais ou vegetais estamos cometendo um crime ambiental, mesmo contra moscas, mosquitos, formigas, lesmas, etc. Afinal, também não pediram para nascer, para estarem ali, para encontrar com você, e ainda assim, os matamos diariamente sem dó. Somos todos eco-assassinos?
2) A alma, ou espírito, ou desejo divino – algumas religiões crêem na existência de alma, aura, espírito ou outras denominações para uma parte de cada indivíduo pertencente ao metafísico, e que, no ato da concepção, também é gerada, incorporada, absorvida ou simplesmente reencarnada neste novo ser. Há as religiões que não crêem de todo em espíritos, mas adoram santos, entidades, acreditam na reencarnação de Jesus, ou outros. E há as que não crêem em entes metafísicos circulando entre nós, mas admitem céu ou paraíso, purgatório, inferno, etc. Bem, este é um caso tão polêmico quanto o próprio aborto. Primeiramente porque nada em religião pode ser provado, bem como muitas coisas não podem ser não porvadas. E então, o que indica a cada indivíduo sua religiosidade ou não é sua fé, sua crença íntima, seu julgamento, sua análise pessoal dos fatos ou seu conhecimento científico e histórico. Seja como for, a maioria absoluta das pessoas não segue a própria religião, quando a tem, mesmo os preceitos básicos, como questões ligadas a regras ou mesmo a bíblia. Então me admira que mulheres que consomem contraceptivos sejam contra o aborto pelo prisma religioso, uma vez que a religião condena ambos. E mais, relações fora do casamento ou anterior a ele, …, passaria o ano listando práticas não religiosas de pessoas que se dizem, se sentem ou seguem alguma religião ou credo. Presumir que alguém terá de conceber um filho(a) que não quis é tão cruel quanto condenar alguém a uma prisão perpétua por um crime que não cometeu. Esta relação entre mãe e feto, e, posteriormente, bebê, pode se dar de diferentes modos, podendo ser feliz e haver reconciliação, bem como penosas, cruéis, de afastamento, de depressão, de baixa auto-estima, de rejeição. Não será construída no amor e no desejo em tê-lo, embora possa incorporá-los à relação posteriormente, mas sim pelo medo, pela coação, pelo pressão social e familiar, pela fé ou outro fator qualquer. Lembrem-se, não estarão gerando animais domésticos, que você limpa, ensina, dá-lhes comida e água, leva para passear e pronto. Será um filho!
3) A obrigação – obrigar, mandar, forçar, coagir, sujeitar, impor, compelir, imposto no dever, no uso, na convenção, forçado. Depois de ler a definição de obrigação, não creio que possa existir alguém que defenda esta prática a mulheres que não desejam a concepção de seu feto, seja porque motivação for. Qualquer obrigação é uma repressão dos direitos mais básicos e mais sagrados da individualidade. Mulheres sob risco de morte, risco de doenças, estupradas, crianças, adolescentes, enfim, tantas as situações que não combinam em nada com obrigação. É fácil ser contrário quando não somos vítimas de estupro, quando nossas vidas ou saúde não correm risco, quando somos maiores de idade e independentes, mas como ficam as mulheres e crianças que não se enquadram nestes casos? Terão de morrer para trazer ao mundo um feto que lhe oferece risco? Terão de conceber e até criar uma criança resultado de estupro? Terão de abandonar a infância ou adolescência para amadurecem como mães?
4) Maternidade – condição de mãe. E mãe é algo sublime, que nós, homens, somos privados, e até, muitos, sentem inveja, por força do poder de concepção e de ligação com o feto. Alguém tem alguma dúvida que se homens pudessem engravidar o aborto seria legal desde sempre? Mas há mais na maternidade, pois o amor que une mãe e filho é a força mais poderosa da natureza, capaz de qualquer coisa, pois é um amor único, indissolúvel, universal e incondicional. Agora questiono, que mulher desejaria tornar-se mãe sem a magia, sem os preceitos, sem esta força e este amor que a une ao filho? Que mulher poderá ser uma mãe de verdade somente por imposição, obrigação, fé religiosa? É este o desejo dos contrários ao aborto legalizado, o de termos na sociedade órfãos de mãe e pais, rejeitados, traumatizados, inclinados para problemas psicológicos e sociais? É este o desejo religioso de manter as mulheres prenhes enquanto nos templos e organizações religiosas homens – humanos como quaisquer outros – seguem suas vidas em meio a vinho, comida e riquezas extraídas da boa fé ou de outras civilizações? Talvez este seja um dos grande motivos do machismo na história da humanidade. As mulheres não são unidas nem no que é mais básico e mais particular delas próprias. São mais rivais entre si do que em relação aos homens.
(…)
Poderia enumerar outras diversas motivações e suas conseqüências, mas creio que já até extrapolei as justificativas de eu ser favorável a descriminalização e atendimento publico, gratuito e de qualidade para mulheres que desejam abortar. Respeito aos e as contrários(as), mas jamais percebi um só argumento que me convencesse de que estão certos neste tema. E Carla, procure não ser presunçosa, tampouco julgar a quem pensa diferente. Respeito tua opinião, e achei até bem articulada tua justificativa, agora não me torno assassino de ninguém por ser favorável ao aborto, assim como não és assassina quando matas uma barata, por exemplo. O aborto clandestino talvez não acabe independentemente da possibilidade do atendimento público, mas quantas mulheres salvaremos a vida ou não deixaremos estéreis pelo simples fato de ser praticado em hospitais e sob procedimento médico? Também não creio na restrição do aborto. Não creio que deva ser assim. Se é um procedimento médico, e se será legalizado, tem de ser universal, independentemente da motivação. Tampouco ser autorizado por mera busca do controle de natalidade, pois daí se caracterizaria em tirania. Financiar famílias a criarem filhos indesejados deve ser algo quase impossível. Se pensarmos na adoção, já temos crianças suficientes no Mundo esperando pais adotivos, não precisamos de uma super-população de crianças esperando por isto. Se pensarmos nos casos onde há risco de morte ou de saúde para a mãe, quem cuidará desta família se algo ruim acontecer? Você? Pior,…, e nos casos de estupro? Estupro de mulheres casadas – como ficará a relação conjugal? -, mulheres solteiras – quem terá de cuidar da criança integralmente? -, de crianças e adolescentes – preciso comentar? Carla, e outros contrários ao aborto, sejamos práticos, pois não desejar, aceitar ou mesmo repudiar estas situações ou práticas é até louvável, mas tem de haver uma solução, e jamais percebi qualquer fundamento em nada que é sugerido pelo contrários. E se tivesses uma filha de 10 anos, que fosse estuprada e ela não desejasse ser mãe sendo criança, irias obrigá-la a ter a criança? A criaria como filha, ou como neta? Quem seria a mãe de fato? E esta criança quando soubesse ser fruto de aborto, como se sentiria? Ou mentiriam para ela para poupar-lhe da verdade e seguir defendendo a contrariedade ao aborto? E se fosse um caso onde a opção de vida valeria apenas para sua filha ou seu neto na barriga dela… Quem você salvaria? E se você fosse uma dona-de-casa miserável, com mais de 10 filhos pequenos para cuidar, alimentar, educar e engravidasse mais uma vez? Planejamento familiar é importante e crucial, mas devemos fazê-lo antes da gravidez. De nada adianta ser contrário se nada fazemos para educar as mulheres sobre sua vida sexual, ou mesmo nos submetermos a bobagens religiosas que em nada contribuem para a sociedade, como ser contrário aos métodos contraceptivos. Há a necessidade de financiamento público para consultas e medicamentos, distribuição universal dos mesmos, rotina de avaliações médicas, etc., quem faz? Quem vai assumir esta conta? Você? Sua ONG contra o aborto? Evidentemente que também defendo políticas públicas que são necessárias em defesa da mulher, como segurança contra estupros, atendimento à saúde universal e educação sexual. E mais, a educação dos nossos filhos, sejam homens ou mulheres, quanto a iniciação e prática sexual. Afinal, eles também engravidam, mesmo com nossas recomendações e aulas na escola. O que fazer? Se o feto não “pediu” para ser gerado, muitas as vezes as mulheres também não o desejaram. Quem tem mais direito? O feto? A mulher? Difícil? Se for a favor de um é contrário ao outro? Concordo com a legalização da prostituição, pois talvez assim possamos controlar e impedir o abuso de menores, o tráfico de drogas e a proliferação de doenças. Aliás, já é uma profissão reconhecida pelo Ministério do Trabalho (http://www.mtecbo.gov.br/busca/descricao.asp?codigo=5198). Evitar a gravidez sim, mas há situações diversas onde esta não pode ser evitada, ou onde suas conseqüências são nocivas. Não fui abortado, como você, porque nossas mães nos desejaram, nos amaram, nos conceberam. Foi uma decisão delas, pois o aborto ilegal sempre existiu, e se não desejassem, um de nós, ou mesmo os dois, não estaria aqui, e nada poderíamos fazer a respeito. Quanto a ser rejeitado, é esta principalmente a proposta que defendes, pois uma mãe que deseja abortar não pode nutrir amor ou maternidade por este feto. Quem o deseja de fato, estuprada, correndo risco de morte, etc., o terá de qualquer jeito, e isto é que é democrático e livre, pois assim como não devemos impedir uma mãe de abortar, tampouco e muito mais devemos apoiar e felicitar a quem não deseja, mas sem demagogia ou discriminação. Não acho que um professor de educação física para ladrões seja uma boa idéia. Mas um professor sobre direitos humanos, sobre liberdade, leitura, aceitação ao diferente, compaixão, perdão e solidariedade parecem que te fazem falta. Sugiro que procure exercitá-las, e se precisares, apoio psicológico, pois teu texto finda de uma forma arrogante, anti-social, machista e presunçoso. Uma pena!
A favor ou contra, goste ou não goste, mas sem perseguição, sem discriminação, sem ódio, sem preconceito. Direitos humanos e liberdades civis tem de ser tratadas pelo povo, mas com embasamento, não com conceitos atrasados, religiosos ou repudiáveis. Se há quem deseja abortar é porque sente a necessidade, precisa, não é marginal, tampouco quer cometer um crime. Se não concordas, crie uma ONG e acolha estas mulheres, convença-as a não fazer o aborto, e cuide delas e destas crianças até tornarem-se adultos, pois, aí sim, terás o meu reconhecimento de que fazes tua parte em prol das semelhantes, pois senão, és só mais uma a atravancar o caminho das que precisam. E isto é quase tão ruim ou odioso quanto os motivos particulares e peculiares que cada uma tem para desejar realizar algo tão extremado. Seja humana, não leviana.
[...] escolham se desejam abortar ou não. Que os homens, cuja maioria é contra o ato (como se viu nos comentários), se abstenham de interferir no direito fundamental das mulheres de decidirem sobre sua saúde, [...]
se vc estiver desesperada pensando em abortar ,nao faça isso vc e o bebe correm rico de vida ,tenha essa criança e doe ,eu me coloco aqui perante vcs maes para adotar seu finho como se fosse meu ,estou na fila a é muito demorada esse bebe vai ter uma familia completa,com muito amor e conforto e muito colonho ha nem falo mais que da vontade de chorar quero muito ter um bebe, meu email é deboramota2004@hotmail.com
Sem chance!!! Sou a favor do uso de camisinhas, anticoncepcionais, diu… responsabilidade!! Onde eu me mudei recentemente o que mais há são jovens com mais de 2 filhos por familia. Pergunta se o ‘acidente’ ocorreu por falta de camisinha…. SIM, e as jovens maes nem tomavam anticoncepcional direito…
Cade a responsabilidade dos homens ao usarem camisinha, nao soh para prevencao de filhos indesejaveis mas doencas…. e as meninas que naoexigem o uso da camisinha ao homem e nem tomam a bosta da pilula diaria?!
Se liberar o aborto vai virar festa…, sou a favor só em caso de violencia sexual, extrema ma formaçao do bebe e risco de morte a mae. De resto, vá tomar vergonha na cara e se cuide. Por que ha pessoas que namoram 15 anos e nunca tiveram problemas e outras ficam 3 meses e…
O problema noa sao os filhos que nascem e sim o tipo de educaçao que os jovens receben ,muitos nao tem noçao do que é um pequeno ser humano no mundo .A camisinha esta na moda porque foi esquecido o valor do casamento por ambas as partes,ou seja senhoras e senhores.Nao acredito no aborto como soluçao para os problemas sociais e sim em uma boa orientaçao e um bom dialogo familiar ou social, nao acredito em pirulas do dia seguinte na verdade sao venenos para o dia seguinte e quanto ao diu, pequena arma letal para formaçao de fetos
Legalizar o Aborto é ser a favor da morte e não da VIDA, pois se alguém é a favor de matar alguém que não pediu para ser gerado e muito menos eliminado como se fosse um objeto que se pode descartar, mas não é, eis pois que é UMA VIDA GERADA independentimente das circunstâncias, e se torna injusto e ridiculo se dizer que é justo o aborto, positivo. O problema é que hoje vivemos em uma sociedade que vive do prazer e que não mede limites e nem consequencias, pois se não houvesse o sexo de forma mundana e irresponsável não haveria ABORTO!
O texto acima ampara-se no direito fundamental à manifestação do pensamento, previsto nos arts. 5º, IV e 220 da Constituição Federal de 1988. Vale-se do “animus narrandi”, protegido pela lei e pela jurisprudência (conferir AI nº 505.595, STF).
ATENÇÃO: Você pode discordar de mim nos comentários, mas lembre-se que fazendo isto estará errado. Outro ponto importante, após comentar você receberá um email com um link de confirmação. A única possibilidade do seu seu comentário ser publicado é se você clicar neste link. Portanto, use o email verdadeiro.
26 Cervejas for "Esqueça o papa, pense na legalização do aborto"
Ow Daniel… Agora fiquei curioso pra saber a tua opinião a respeito de Aborto… mas tudo bem – aguardarei o post …[:)]…
Tipo assim – eu acho que ao invés de investir em aborto as mulheres deveriam investir em prevenção. Idem para instituições governamentais (ou não), no que diz respeito a programas educativos…
Algo como campanhas com um provável lema – “Prevenir para não Abortar”. Aborto, seria uma saída para casos extremos, onde a gestação estivesse pondo em risco a vida da mãe ou do bebê.
hmmm… era isso…
Forte Abraço!
Minha opnião sobre o aborto: eu jamais faria….
Ninguém faz o aborto por diversão!
Lá no LD, eu publiquei um baita artigo sobre aborto.
Eu acho o seguinte:
A partir do momento que o aborto for legalizado, criarão-se relatórios para controlar. Não é como uma pastelaria, chega no médico e pede um aborto. Tem que ter motivo.
No caso de fetos acéfalos (sem cérebro) imagine o sofrimento da mãe gerar uma criança por 9 meses que vai sair de seu ventre e morrer.
No caso de mulheres vítimas de abuso sexual, em alguns casos, a justiça concede o famoso aborto legal(necessário), que inclusive, tem previsão no código penal, em seu artigo 128 e incisos.
Portanto, sou sim a favor do aborto, desde que maneira controlada, motivada e fundamentada, com poder discricionário do médico em realizá-lo ou não, pois, se depender da resposta da justiça, é capaz da criança nascer e não ter saído ainda a sentença.
Para o controle de natalidade, NÃO. Controle de natalidade é outra questão para ser debatida em outro artigo.
O Aborto tem seus aspectos positivos, bem como os negativos, cabe a cada um julgar e ver, sob qual perspectiva, é melhor vê-lo ou estudá-lo. Aborto é uma realidade, é ilegal, por hora, mas acontece e MUITO!
minha opinião -> http://www.morroida.com.br/2007/02/09/a-favor-da-esterilizao-e-aborto/
Minha opinião é muito parecida com a do Eduardo (que pôs o e-mail errado, animal). Mas mais complexa.
Qualquer dia eu falo sobre ela, mas não tem nada demais.
Vinicius, tu não acha que isso geraria muita burocracia?
Bender, mas deve ser evitado que o aborto vire forma de controle de natalidade.
E outra, quando falam em liberar o aborto, não é liberar GERAL.
Essa liberação para o aborto é para certos casos, que terão o manto da lei os protegendo e permitindo.
Eu não sou contra o aborto, desde que ele seja justificado. Por exemplo, um casal que mora na rua e já tem um filho, a mulher engravida e pede o aborto. Acho que deve permitir.
Um casal com casa própria, emprego, com um filho. A mulher engravida e quer abortar. Não permitiria.
Eu acho essa questão muito complexa pra gente tratar dando pitacos ou opiniões vagas. Afinal, o Aborto está, pelo código penal, no capitulo que trata dos Crimes contra a Vida. A Constituição garante o Direito a Vida. Leis Internacionais garantem Direito a vida. Código Civil regula o Direito do NAscituro e, inclusive, de prole futura no caso do ‘de cujus’ ser o pai da criança que está por vir.
Sem brincadeira, mas essa questão aborto é Tema pra monografia, pois envolve MUITO MAIS que opiniões.
A opinião do Fabião, do Morróida, que ele dedicou no post dele, eu achei sem pé nem cabeça, que me desculpe o amigo.
Simples, como que vai cortar o mal pela raíz, se não podemos prever o futuro?
Quando um pai cria um filho, por mais vagabundo e ladrão que esse pai seja, ele não quer que seu filho se envolva nisso.
Muitos pais HONESTOS e TRABALHADORES criam seus filhos na melhor educação possível, ensinam o caminho certo, o bem, e estes enveredam pelo caminho do mal ,cometem barbáries.
Resumindo. O aborto não é o simples fato de aceitar ou não gerar uma vida. Criar ou não criar um ladrão, homicida, etc. É o FATO de decidir dar a VIDA ou não para um ser concebido que pode tornar-se um cidadão.
É justo alguém tirar a vida de uma pessoa normal?
É justo tirar a vida de alguém, por achar que, por ele ter nascido na favela, será um criminoso?
É justo obrigar uma mãe, carregar 9 meses na barriga um feto acéfalo?
Acho que me prolonguei demais. Desculpem-me!
Legalizar o aborto é salvar milhares de vidas das tantas que recorrem a clínicas clandestinas todos os anos. A OMS diz que uma em cada nove mulheres no mundo aborta. Escrevi esses dados em meu blog. A discussão vai além do simples “contra ou favor”. Abs
Pois é… opiniões vagas…
Então, vamos ao fato:
Imagine-se agora deitado em sua cama, dentro do seu confortável quarto. Você está de olhinhos fechados e contando carneirinhos para adormecer. Então, alguém encosta algo em você. Você abre seus olhos e vê um enorme cano que está encostado em alguma parte do seu corpo. Você estranha quando o encanamento começa a tentar te sugar. Porém, fica mais apavorado quando diversas lâminas saem do cano e começam a te dilacerar.
Hmmmm… algumas partes do teu corpo já foram picadas e lá se vão elas… Oh… coitado… foi sugado pelo cano… Próximooooooo!!!
Você realmente acha que legalizando o aborto, o ato em si será menos cruel?
Ainda digo mais: Você realmente acha que legalizando o aborto as ex-futuras-mães não sairiam com complicações das salas de cirurgias?
Bah… Ainda sou a favor das camisinhas… Esterilizações…
Aborto só em casos extremos (bebês anencéfalos, vítimas de violência sexual, risco de vida da mãe e outros casos do tipo)….
Abraços a todos!
A exemplo do Fernando, eu sou contra o aborto. Apenas em casos como anencefalia. O estupro não pode ser combatido com aborto e sim com segurança pública. Não porque essas mulheres tenham culpa, mas porque a brecha que abriria para “fraudes” e a ocorrência de casos não é tão grande para o possível prejuízo dessa brecha.
Por isso, ao invés do Bentão dar duzentos mil dinheiros pra nossa amazônia, ele poderia fazer uma PUTA campanha de marketing em cima dos preservativos.
Afinal, não é porque ele usa o pinto só pra mijar que nós tenhamos que seguí-lo.
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OBS: comentário editado por pedido do autor
Fernando, existem vários Métodos abortivos, e não somente este de dilaceração e sucção.
É… também sei disso Vinícius… mas todos contém requintes de crueldade e riscos para a mulher… Não é mesmo?
Ah… havia me esquecido – Você tem filhos? Trabalhas na área jurídica?
Te fiz a primeira pergunta pelo fato de que, antes de eu ter filhos, tinha a mesma opinião que você (com relação a legalização do aborto).
A segunda pergunta é devido à influência da profissão no modo de pensar do indivíduo (temos que tomar bastante cuidado com isso).
p.s.: Desculpe me estender nos comentários. Respeito teu ponto de vista. Porém, estou defendendo o meu. Ok?
Abração!
[...] quinta eu postei uma parte de uma entrevista de uma defensora do aborto e isso gerou uma bela polêmica (claro, quer tema mais polêmico que esse? Só se for o furúnculo [...]
Sou contra a legalização do aborto e, por mais que eu procure entender os argumentos dos que defendem esta prática, não consigo aceitar!
1°- O aborto clandestino não deixará de existir pois a clandestinidade é cúmplice do anonimato e não exige explicações.
2°- É ingenuidade acreditar que haverá um controle e que só em casos realmente necessários se realizará o aborto, afinal, quais são as leis que são cumpridas em nosso país?
3°- A grana que vai ser envestida neste projeto, para credenciar hospitais públicos a realizarem o aborto, poderia ser investida em educação dando condições das pessoas de sustentarem seus filhos e realizar o planejamento famíliar. (Mas instruir o povo não é de interesse dos políticos pois pessoas cultas são mais difíceis de serem manipuladas).
4°- As feministas dizem que é direito da mulher optar ou não pelo aborto, que o corpo é da mulher, mas quem defende o direito de nascer (previsto por lei)daquela criança que não pediu pra estar no ventre da mãe.
5°- A mulher é dona do próprio corpo,então que tal legalizarmos o aborto e a prostituiçaõ também?
6°- Por que abortar e não evitar a gravides?
7°- Quem é a favor do aborto já se deu de que se fosse fruto de uma gravides não desejada em um país onde a prática é legalizada seria um abortado. Você gostaria de ser um abortado?Um regeitado pela própria mãe?
8°- O aborto já é praticado, a legalização só dará melhores condições para prática. Sendo assim, deveríamos garantir um professor de atletismo a todo ladão pra que ele tenha mais conduções físicas de fugir da policia. Vocês não acham?
Bom, acho que já falei demais, este é um assunto que me revolta, só pesso que pensem bem antes de aprovar esta lei que autoriza as pessoas a se tornarem ” ASSASSINAS”.
Tchau!
pense comigo se abortar eh um crime pelo ambriao ou seja um amontoado d celulas ser considerado um ser vivo entao quando um homem se masturba seria oq /? um genosidio? coitado dos milhoes de espermatozoides!!!!!!
EU NAO FARIA MESMO POR, EU TRABALHO PARA TRAZER VIDA, EU PRA TIRA VIDAS,, PORRISO Q O NOSSO MUNDO ESTA DESTE JEITO DO MALUCO….
Eu sou a favor do aborto!!
criança tem que vir ao mundo, mas com o direito de ser amada, ter uma lar e uma família, e não vir ao mundo em qualquer condição.
Se uma adolencente se droga vive em meio a malandragem, sem a menor condições moral, psicológica, etc…ela tem o dever de trazer uma criança ao mundo nessas condições!!!
é melhor ela tirar um feto q ainda ñ é uma vida, ou, mas tarde ela jogar um bebê no rio, ou atirar pela a janela, ou queimar num microondas!
Desde que isso seja feito no início da gravidez acho que deveria ser aprovado sim, não depois q a criança ja se formou e ja pode se mecher no ventre da mulhar aí sim é um crime!!
Como as pessoas tem a mente fechada e só consegue ver a maldade em tudo, por isso ki o Brasil está cheio de adolencentes se prostituido e milhares de crianças passando fome, entrando p o mundo do crime das drogas, elas muitas ñ tem escolha, isso sim é maldade!!! dos q são contra o aborto.
O próprio Jesus disse:
Mateus 5-29,30
29. Se teu olho direito é para ti causa de queda, arranca-o e lança-o longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo todo seja lançado na geena.
30. E se tua mão direita é para ti causa de queda, corta-a e lança-a longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo inteiro seja atirado na geena.
É melhor uma mulher tirar um feto ou uma vida!!!
deletei o comentari de um montaum de gente kkkkkkkkk
O que é o Aborto ?
Definição: O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento.
Fala-se de aborto espontâneo quando a morte é produto de alguma anomalia ou disfunção não prevista nem desejada pela mãe; e de aborto provocado (que é o que costuma ser entendido quando se fala simplesmente de aborto) quando a morte do bebê é procurada de qualquer maneira: doméstica, química ou cirúrgica.
fonte: http://www.acidigital.com/vida/aborto/definicao.htm
Pode-se abordar este tema sob diversos prismas: a neutralizade – que é conveniente quando não desejamos nos envolver, polemizar ou não temos posição definida sobre o tema; indecisão – quando acreditamos nos prós e contras em ser favorável ou contrário a esta prática; favoráveis – que entendem que há argumentação pessoal, científica, criminal ou outras para efender a prática; ou contrários – quando não entendem haver esta argumentação, quando entendem que a vida concebe-se na geração, ou por causa de conceitos religiosos.
Quem é favorável pode beneficiar-se de conceitos científicos, como controle da natalidade, controle de doenças degenerativas, incapacitantes, nocivas ou que podem induzir à problemas o próprio feto ou a mãe, e mesmo nos casos de natimortos. Também há os casos criminais, especialmente as de vítimas de estupro. Há infinitas outras motivações que poderiam ser listadas, como questões econômicas, direito da mulher, etc.
Quem é contrário costuma beneficiar-se de apelos humanitarios, designando o aborto como infanticídio. Há, principalmente, o apelo religioso, onde todas, ou quase todas as religiões, condenam o aborto, bem como controles de natalidade (métodos contraceptivos, fidelidade, sexualidade somente após o casamento, etc.). Também aqui há inúmeras outras motivações para não fazê-lo.
Mas a questão não resume-se simplesmente a legalizar ou não o aborto, ou mesmo, e mais além, descriminalizá-lo, ou ainda, aceitar o aborto, mesmo que ilegal. Então vejamos:
1) Infanticídio – assassinar (matar, destruir-lhe a vida, deixar morrer) menor de idade (criança, em tenra idade). Para que se caracterize como infanticídio é necessário reconhecer oficialmente que há vida após o ato sexual e sua consequente concepção, dada a fusão de um espermatozóide com um óvulo. O STJ do Brasil não reconhece o início da vida neste momento, o que foi resultado da grande disputa pelas pesquisas e uso de células-tronco originadas de embriões para salvar ou melhorar a qualidade de vida de outrem. Também aqui, por analogia, se alguém mata sem a intenção, sem o desejo, sem premeditar, sem motivação nem interesse e é processado e julgado por crime culposo (ao contrário do doloso onde há dolo, ou seja, desejo, intenção em fazê-lo), mulheres que abortam espontaneamente, ou em outras circunctâncias que não intencionais, também seriam criminosos, enquadradas na caso culposo. Isto seria um absurdo abominável, uma vez que abortos não intencionais normalmente estão relacionados a questões genéticas, psicológicas, circunstâncias e acidentes, ou mesmo, deficiências alimentares ou de repouso. Estas mulheres não são criminosas, são vítimas. Por outra analogia menos empolgante, quando matamos insetos ou outros animais ou vegetais estamos cometendo um crime ambiental, mesmo contra moscas, mosquitos, formigas, lesmas, etc. Afinal, também não pediram para nascer, para estarem ali, para encontrar com você, e ainda assim, os matamos diariamente sem dó. Somos todos eco-assassinos?
2) A alma, ou espírito, ou desejo divino – algumas religiões crêem na existência de alma, aura, espírito ou outras denominações para uma parte de cada indivíduo pertencente ao metafísico, e que, no ato da concepção, também é gerada, incorporada, absorvida ou simplesmente reencarnada neste novo ser. Há as religiões que não crêem de todo em espíritos, mas adoram santos, entidades, acreditam na reencarnação de Jesus, ou outros. E há as que não crêem em entes metafísicos circulando entre nós, mas admitem céu ou paraíso, purgatório, inferno, etc. Bem, este é um caso tão polêmico quanto o próprio aborto. Primeiramente porque nada em religião pode ser provado, bem como muitas coisas não podem ser não porvadas. E então, o que indica a cada indivíduo sua religiosidade ou não é sua fé, sua crença íntima, seu julgamento, sua análise pessoal dos fatos ou seu conhecimento científico e histórico. Seja como for, a maioria absoluta das pessoas não segue a própria religião, quando a tem, mesmo os preceitos básicos, como questões ligadas a regras ou mesmo a bíblia. Então me admira que mulheres que consomem contraceptivos sejam contra o aborto pelo prisma religioso, uma vez que a religião condena ambos. E mais, relações fora do casamento ou anterior a ele, …, passaria o ano listando práticas não religiosas de pessoas que se dizem, se sentem ou seguem alguma religião ou credo. Presumir que alguém terá de conceber um filho(a) que não quis é tão cruel quanto condenar alguém a uma prisão perpétua por um crime que não cometeu. Esta relação entre mãe e feto, e, posteriormente, bebê, pode se dar de diferentes modos, podendo ser feliz e haver reconciliação, bem como penosas, cruéis, de afastamento, de depressão, de baixa auto-estima, de rejeição. Não será construída no amor e no desejo em tê-lo, embora possa incorporá-los à relação posteriormente, mas sim pelo medo, pela coação, pelo pressão social e familiar, pela fé ou outro fator qualquer. Lembrem-se, não estarão gerando animais domésticos, que você limpa, ensina, dá-lhes comida e água, leva para passear e pronto. Será um filho!
3) A obrigação – obrigar, mandar, forçar, coagir, sujeitar, impor, compelir, imposto no dever, no uso, na convenção, forçado. Depois de ler a definição de obrigação, não creio que possa existir alguém que defenda esta prática a mulheres que não desejam a concepção de seu feto, seja porque motivação for. Qualquer obrigação é uma repressão dos direitos mais básicos e mais sagrados da individualidade. Mulheres sob risco de morte, risco de doenças, estupradas, crianças, adolescentes, enfim, tantas as situações que não combinam em nada com obrigação. É fácil ser contrário quando não somos vítimas de estupro, quando nossas vidas ou saúde não correm risco, quando somos maiores de idade e independentes, mas como ficam as mulheres e crianças que não se enquadram nestes casos? Terão de morrer para trazer ao mundo um feto que lhe oferece risco? Terão de conceber e até criar uma criança resultado de estupro? Terão de abandonar a infância ou adolescência para amadurecem como mães?
4) Maternidade – condição de mãe. E mãe é algo sublime, que nós, homens, somos privados, e até, muitos, sentem inveja, por força do poder de concepção e de ligação com o feto. Alguém tem alguma dúvida que se homens pudessem engravidar o aborto seria legal desde sempre? Mas há mais na maternidade, pois o amor que une mãe e filho é a força mais poderosa da natureza, capaz de qualquer coisa, pois é um amor único, indissolúvel, universal e incondicional. Agora questiono, que mulher desejaria tornar-se mãe sem a magia, sem os preceitos, sem esta força e este amor que a une ao filho? Que mulher poderá ser uma mãe de verdade somente por imposição, obrigação, fé religiosa? É este o desejo dos contrários ao aborto legalizado, o de termos na sociedade órfãos de mãe e pais, rejeitados, traumatizados, inclinados para problemas psicológicos e sociais? É este o desejo religioso de manter as mulheres prenhes enquanto nos templos e organizações religiosas homens – humanos como quaisquer outros – seguem suas vidas em meio a vinho, comida e riquezas extraídas da boa fé ou de outras civilizações? Talvez este seja um dos grande motivos do machismo na história da humanidade. As mulheres não são unidas nem no que é mais básico e mais particular delas próprias. São mais rivais entre si do que em relação aos homens.
(…)
Poderia enumerar outras diversas motivações e suas conseqüências, mas creio que já até extrapolei as justificativas de eu ser favorável a descriminalização e atendimento publico, gratuito e de qualidade para mulheres que desejam abortar. Respeito aos e as contrários(as), mas jamais percebi um só argumento que me convencesse de que estão certos neste tema. E Carla, procure não ser presunçosa, tampouco julgar a quem pensa diferente. Respeito tua opinião, e achei até bem articulada tua justificativa, agora não me torno assassino de ninguém por ser favorável ao aborto, assim como não és assassina quando matas uma barata, por exemplo. O aborto clandestino talvez não acabe independentemente da possibilidade do atendimento público, mas quantas mulheres salvaremos a vida ou não deixaremos estéreis pelo simples fato de ser praticado em hospitais e sob procedimento médico? Também não creio na restrição do aborto. Não creio que deva ser assim. Se é um procedimento médico, e se será legalizado, tem de ser universal, independentemente da motivação. Tampouco ser autorizado por mera busca do controle de natalidade, pois daí se caracterizaria em tirania. Financiar famílias a criarem filhos indesejados deve ser algo quase impossível. Se pensarmos na adoção, já temos crianças suficientes no Mundo esperando pais adotivos, não precisamos de uma super-população de crianças esperando por isto. Se pensarmos nos casos onde há risco de morte ou de saúde para a mãe, quem cuidará desta família se algo ruim acontecer? Você? Pior,…, e nos casos de estupro? Estupro de mulheres casadas – como ficará a relação conjugal? -, mulheres solteiras – quem terá de cuidar da criança integralmente? -, de crianças e adolescentes – preciso comentar? Carla, e outros contrários ao aborto, sejamos práticos, pois não desejar, aceitar ou mesmo repudiar estas situações ou práticas é até louvável, mas tem de haver uma solução, e jamais percebi qualquer fundamento em nada que é sugerido pelo contrários. E se tivesses uma filha de 10 anos, que fosse estuprada e ela não desejasse ser mãe sendo criança, irias obrigá-la a ter a criança? A criaria como filha, ou como neta? Quem seria a mãe de fato? E esta criança quando soubesse ser fruto de aborto, como se sentiria? Ou mentiriam para ela para poupar-lhe da verdade e seguir defendendo a contrariedade ao aborto? E se fosse um caso onde a opção de vida valeria apenas para sua filha ou seu neto na barriga dela… Quem você salvaria? E se você fosse uma dona-de-casa miserável, com mais de 10 filhos pequenos para cuidar, alimentar, educar e engravidasse mais uma vez? Planejamento familiar é importante e crucial, mas devemos fazê-lo antes da gravidez. De nada adianta ser contrário se nada fazemos para educar as mulheres sobre sua vida sexual, ou mesmo nos submetermos a bobagens religiosas que em nada contribuem para a sociedade, como ser contrário aos métodos contraceptivos. Há a necessidade de financiamento público para consultas e medicamentos, distribuição universal dos mesmos, rotina de avaliações médicas, etc., quem faz? Quem vai assumir esta conta? Você? Sua ONG contra o aborto? Evidentemente que também defendo políticas públicas que são necessárias em defesa da mulher, como segurança contra estupros, atendimento à saúde universal e educação sexual. E mais, a educação dos nossos filhos, sejam homens ou mulheres, quanto a iniciação e prática sexual. Afinal, eles também engravidam, mesmo com nossas recomendações e aulas na escola. O que fazer? Se o feto não “pediu” para ser gerado, muitas as vezes as mulheres também não o desejaram. Quem tem mais direito? O feto? A mulher? Difícil? Se for a favor de um é contrário ao outro? Concordo com a legalização da prostituição, pois talvez assim possamos controlar e impedir o abuso de menores, o tráfico de drogas e a proliferação de doenças. Aliás, já é uma profissão reconhecida pelo Ministério do Trabalho (http://www.mtecbo.gov.br/busca/descricao.asp?codigo=5198). Evitar a gravidez sim, mas há situações diversas onde esta não pode ser evitada, ou onde suas conseqüências são nocivas. Não fui abortado, como você, porque nossas mães nos desejaram, nos amaram, nos conceberam. Foi uma decisão delas, pois o aborto ilegal sempre existiu, e se não desejassem, um de nós, ou mesmo os dois, não estaria aqui, e nada poderíamos fazer a respeito. Quanto a ser rejeitado, é esta principalmente a proposta que defendes, pois uma mãe que deseja abortar não pode nutrir amor ou maternidade por este feto. Quem o deseja de fato, estuprada, correndo risco de morte, etc., o terá de qualquer jeito, e isto é que é democrático e livre, pois assim como não devemos impedir uma mãe de abortar, tampouco e muito mais devemos apoiar e felicitar a quem não deseja, mas sem demagogia ou discriminação. Não acho que um professor de educação física para ladrões seja uma boa idéia. Mas um professor sobre direitos humanos, sobre liberdade, leitura, aceitação ao diferente, compaixão, perdão e solidariedade parecem que te fazem falta. Sugiro que procure exercitá-las, e se precisares, apoio psicológico, pois teu texto finda de uma forma arrogante, anti-social, machista e presunçoso. Uma pena!
A favor ou contra, goste ou não goste, mas sem perseguição, sem discriminação, sem ódio, sem preconceito. Direitos humanos e liberdades civis tem de ser tratadas pelo povo, mas com embasamento, não com conceitos atrasados, religiosos ou repudiáveis. Se há quem deseja abortar é porque sente a necessidade, precisa, não é marginal, tampouco quer cometer um crime. Se não concordas, crie uma ONG e acolha estas mulheres, convença-as a não fazer o aborto, e cuide delas e destas crianças até tornarem-se adultos, pois, aí sim, terás o meu reconhecimento de que fazes tua parte em prol das semelhantes, pois senão, és só mais uma a atravancar o caminho das que precisam. E isto é quase tão ruim ou odioso quanto os motivos particulares e peculiares que cada uma tem para desejar realizar algo tão extremado. Seja humana, não leviana.
Abraço a todos.
“Esqueça o aborto”esqueça de pensar so en si mesmo ,todo ser humano deve ter o direito de nascer, voce pode optar pela doaçao
[...] escolham se desejam abortar ou não. Que os homens, cuja maioria é contra o ato (como se viu nos comentários), se abstenham de interferir no direito fundamental das mulheres de decidirem sobre sua saúde, [...]
Certamente, o direito de decidir e da mulher,pois se fosse da criança nao teriamos direitos a comentar, a menos que fosse um suicida
se vc estiver desesperada pensando em abortar ,nao faça isso vc e o bebe correm rico de vida ,tenha essa criança e doe ,eu me coloco aqui perante vcs maes para adotar seu finho como se fosse meu ,estou na fila a é muito demorada esse bebe vai ter uma familia completa,com muito amor e conforto e muito colonho ha nem falo mais que da vontade de chorar quero muito ter um bebe, meu email é deboramota2004@hotmail.com
Sem chance!!! Sou a favor do uso de camisinhas, anticoncepcionais, diu… responsabilidade!! Onde eu me mudei recentemente o que mais há são jovens com mais de 2 filhos por familia. Pergunta se o ‘acidente’ ocorreu por falta de camisinha…. SIM, e as jovens maes nem tomavam anticoncepcional direito…
Cade a responsabilidade dos homens ao usarem camisinha, nao soh para prevencao de filhos indesejaveis mas doencas…. e as meninas que naoexigem o uso da camisinha ao homem e nem tomam a bosta da pilula diaria?!
Se liberar o aborto vai virar festa…, sou a favor só em caso de violencia sexual, extrema ma formaçao do bebe e risco de morte a mae. De resto, vá tomar vergonha na cara e se cuide. Por que ha pessoas que namoram 15 anos e nunca tiveram problemas e outras ficam 3 meses e…
O problema noa sao os filhos que nascem e sim o tipo de educaçao que os jovens receben ,muitos nao tem noçao do que é um pequeno ser humano no mundo .A camisinha esta na moda porque foi esquecido o valor do casamento por ambas as partes,ou seja senhoras e senhores.Nao acredito no aborto como soluçao para os problemas sociais e sim em uma boa orientaçao e um bom dialogo familiar ou social, nao acredito em pirulas do dia seguinte na verdade sao venenos para o dia seguinte e quanto ao diu, pequena arma letal para formaçao de fetos
Legalizar o Aborto é ser a favor da morte e não da VIDA, pois se alguém é a favor de matar alguém que não pediu para ser gerado e muito menos eliminado como se fosse um objeto que se pode descartar, mas não é, eis pois que é UMA VIDA GERADA independentimente das circunstâncias, e se torna injusto e ridiculo se dizer que é justo o aborto, positivo. O problema é que hoje vivemos em uma sociedade que vive do prazer e que não mede limites e nem consequencias, pois se não houvesse o sexo de forma mundana e irresponsável não haveria ABORTO!
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Pega um copo