Pirata de verdade, não o viadinho do Johny Depp

O Atillah, do Ato ou Efeito (uma espécie de Judão cover), preparou um dos ensaios morais mais engraçados dos últimos tempos: O Manual do Pirata Contemporâneo.

A base filosófica para o tratado, que tem 10 longas partes, é a filosofia sexo, drogas e rock´n roll. Ou seja, a estética do exagero. Apesar da grosseria presente em todos os capítulos, ele não parece se perder em divagações não piratescas.

Aliás, dá para imaginar um pirata que não seja grosso? ou que tome coca light? ou não baixe pornografia de graça na web?

Se interessou? Este é o índice do curso completo de pirataria contemporâneo.

OBS: por falar em web, a nona aula, sobre o Pirate Bay, é imperdível.

OBS 2: post inteiramente escrito ouvindo a banda mais pirata da história da humanidade, o Running Wild, que já estava por aí dando pranchaço em mulherzinhas muito antes do Matanza começar a tomar rum com groselha.

OBS 3: o desenho acima é do filme Piratas, com Walter Mathau, também altamente recomendável.

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