Ontem um certo Gabriel deixou mais um comentário no post sobre como seria um Rio Grande do Sul hipoteticamente independente do Brasil. O site que ele usou como referência é este, um apanhado de vários textos introdutórios razoavelmente coesos sobre separatismo do Estado.

Esta é a apresentação dos caras por eles mesmos:

O MRR, sigla para Movimento Pró República Rio Grandense, é um movimento pacífico, composto por pessoas que têm em comum o ideal da independência política e administrativa para o Rio Grande do Sul, hoje um estado da República Federativa do Brasil.

Apesar de admirar a força de vontade deste grupo, continuo afirmando que as raízes deste movimento é um certo elitismo. Gaúchos se acham melhores do que os outros brasileiros.

E talvez sejam, mas apenas pelos seus critérios egocêntricos. O separatismo promovido pelo princípio da auto-determinação (todo o povo tem direito a ser livre caso deseje isto democraticamente) não faz o mínimo sentido no contexto gaúcho pelos seguintes motivos:

- não há no RS um núcleo histórico idependente do Brasil (não fosse o resto do país, possivelmente o Estado seria possessão argentina);
- não há problemas de identificação cultural, política ou racial com o Brasil (há descendentes de africanos assim como também há de alemães, como no resto do país);

Por fim, IMHO, é sempre melhor agregar do que separar. Isso simplifica a vida de todos, inclusive de jogadores de futebol catarinenses, como o Falcão , que ficou conhecido no futebol atuando por uma equipe gaúcha.

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