Concorde comigo ou esteja fatalmente errado
3 Mar 2009
Estou sinceramente adorando este debate copo-meio-cheio/meio-vazio que virou o manifesto e o contra-manifesto contra a “Ditabranda“. O melhor de todo este debate, sem dúvida, é quando artistas como o Latuff misturam polêmica com humor.

“Envia 15 milk-shakes para o porão, por favor!”
Alguns dos blogueiros que eu mais admiro engalfinharam-se (e não foi na lama ou no gel) em argumentos interessantíssimos que me fizeram concordar integralmente com os dois lados sobre o tema Ditabranda. Veja este do Idelber Avelar:
O já infame editorial da Folha, além de insultante à memória das vítimas da ditadura militar brasileira e comprometido com a ocultação da história colaboracionista do próprio jornal, fazia exatamente o contrário do que deve fazer o jornalismo: ele desinformava, contava uma mentira. Qualquer bom professor de história do primeiro grau sabe que não há nenhuma tradição bibliográfica de uso do termo “ditabranda” para designar o regime militar brasileiro, a ditadura de 1964-1985. Aos escrever as chamadas “ditabrandas” -caso do Brasil entre 1964 e 1985, o jornal simplesmente mentia aos leitores. Não “errava” ou “tinha um ponto de vista diferente”. Mentia, pois a ditadura brasileira não é “chamada” de ditabranda por ninguém. Não era, pelo menos, até o dia 17 passado.
Caramba, concordo plenamente com ele. E também concordo com o Gravataí Merengue:
E então vejo Emir Sader, notório entusiasta da DITADURA Cubana liderando um abaixo-assinado na Internet porque a Folha ousou empregar o neologismo “ditabranda“. Ridículo. Ele não está só. Quantos amantes da selvageria de Fidel não aproveitaram para vociferar contra o jornal? Não consigo contar.
Mais um voto de inteira e absoluta concordância.
Uma Ceva for "Ditabranda, a melhor definição da falta de noção"
Cara! muito bom teu blog, me diverti muito com uma pérola do filme pornô passado na extinta Vasp, deve ter sido muito engraçado, hauahauahau! Parabéns!
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Pega um copo