Jennifer Aniston não tem nada a ver com Burma

A gurizada tirou o dia para falar mal do governo de Burma (também conhecido pelo ridículo nome Mianmar e Birmânia). Para mudar um pouco o tom da coletividade, decidi falar o que os ditadores birmaneses fazem bem, ou seja, controlar seu povo.

  1. Lição: Controle o acesso do seu povo à informação.
  2. Lição: Controle o acesso do estrangeiro à informação relativa ao seu povo.
  3. Lição: Massacre opositores, manifestantes, monges budistas e o que mais aparecer pela frente.
  4. Lição: Mude o nome do país para alguma coisa megalomaníaca como “Caminho Birmanês para o Socialismo” ou “República Bolivariana de Venezuela
  5. Lição: Pare por aqui, porque um bom ditador não se importa com lições.

OBS: quem mais insistiu que eu participasse foi a Luma, que até me enviou e-mail dizendo “Participa, seu jaguara!”, mas na língua dela, que é bem menos tosca.

OBS 2: um dos motes da campanha era defender os monges budistas rebeldes, mas como eu acho budismo a pior religião possível e imaginável não vou publicar uma foto deles. Prefiri a Jennifer Aniston, por inspiração do Cobra.

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