Politicamente incorreto, feio, bobo e chato.
11 Mar

Em cerca de dois anos Sergei Tretyakov, o fiel espião-chefe de Boris Yeltsin e Vladimir Putin em Nova Iorque até 2000, passou mais de 5.000 telegramas ultra-secretos e 100 relatórios confidenciais russos para o inimigo. A recompensa é uma vida confortável num subúrbio americano próximo a campos de golfe, a mulher dirige um Porsche e a filha acaba de se formar numa prestigiada universidade da Ivy League.
Tretyakov justifica a venda de sua alma: “Ma famille et moi avons conclu qu’il était immoral de servir notre gouvernement” (tradução simultânea: “eu e minha família concordamos que era imoral servir ao nosso governo”). Mas, apesar da dura vida no subúrbio, o ex-espião não sente saudade do seu país de origem, que, segundo, nem existe mais. “Je n’ai aucune nostalgie, car mon pays n’existe plus“,
A matéria completa e maravilhosa está aqui em francês.
Compare Preços de: Chopeira, DVD Player, GPS, Caixa Térmica no JáCotei.
2 Cervejas for "Servir à Rússia passou a ser imoral, diz ex-espião"
parte muito significativa da história do século XX pode ser narrada/desvelada a partir das informações de (ex-)espiões. o século que passou talvez tenha sido o que mais “popularizou” a espionagem e os espiões profissionais.
os procedimentos de “queima de arquivo” realizados pelos chefes-dos-chefes-de-espiões são uma tragédia — cada um que morre leva consigo coisas que jamais serão recuperadas.
eu quero ser uma espiã a eu tenho 10 e estudo no carlos gomes perto do praça carlo gomes na 4_serie d e moro na rua pedro alveres cabral e o numero da minha casa e 228
Pega um copo