Não confundir, este é o Michael Caine

Em cerca de dois anos Sergei Tretyakov, o fiel espião-chefe de Boris Yeltsin e Vladimir Putin em Nova Iorque até 2000, passou mais de 5.000 telegramas ultra-secretos e 100 relatórios confidenciais russos para o inimigo. A recompensa é uma vida confortável num subúrbio americano próximo a campos de golfe, a mulher dirige um Porsche e a filha acaba de se formar numa prestigiada universidade da Ivy League.
Tretyakov justifica a venda de sua alma: “Ma famille et moi avons conclu qu’il était immoral de servir notre gouvernement” (tradução simultânea: “eu e minha família concordamos que era imoral servir ao nosso governo”). Mas, apesar da dura vida no subúrbio, o ex-espião não sente saudade do seu país de origem, que, segundo, nem existe mais. “Je n’ai aucune nostalgie, car mon pays n’existe plus“,

A matéria completa e maravilhosa está aqui em francês.

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