O Kenji postou algo sobre sono polifásico e eu, como bom corujão, não pude me limitar à definição dele para o procedimento.

"É melhor dormir apenas uma hora e meia à noite e cochilar por curtos períodos durante o dia do que dormir por quatro horas seguidas à noite e passar o resto do dia acordado. A sensação de sono, nesse caso, é muito maior", diz o neurologista da Universidade Federal de São Paulo Ademir Baptista Silva, especialista em medicina do sono.

A prática não exige adaptação, afirma o médico. Vale para quem precisa de algumas horas a mais acordado durante a noite, seja para trabalhar, estudar ou enfrentar alguma situação excepcional, como plantão no trabalho ou vestibular. Segundo o especialista, é possível reduzir o tempo de sono fragmentando-o durante o dia porque o organismo estabelece prioridades de modo seletivo. Quando há carência de descanso, a tendência é que o corpo entre rapidamente nas fases mais profundas do sono, consideradas regeneradoras, para suprir as necessidades mais urgentes.

Esse pizzaiolo brasileiro (hehe) disse que ia tentar se habituar ao polifásico, mas não deu mais nenhuma informação.

A experiência da qual o Kenji fala era a desse outro sujeito (em inglês), que viveu com o sono polifásico durante 5 meses e meio e se reconverteu ao monofásico simplesmente porque o resto do mundo todo também faz monofásico. Assim, o que à princípio parecia uma idéia genial para ganhar tempo fez com que ele perdesse contato com o mundo "normal".

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