Consumidor convicto de mamíferos quadrúpes ungulados
5 Nov 2007

Enquanto um punhado de cientistas apóia a hipótese do livro “A Curva do Sino”, de que a inteligência define mais quem é rico ou pobre do que a classe econômica dos pais (portanto todos os africanos são burros) outro grupo de cientistas diz que o fator determinante no sucesso dos povos não é a inteligência, mas os recursos colocados à sua disposição pela natureza (a civilização nasceu na terra original do trigo e das vacas).
Os racistas dizem que “ao longo dos países da África Sub-Sahariana, são extremamente baixos. Pode-se discutir é o que isso significa, mas os números são realmente baixos” portanto esses países nunca irão sair do fundo do poço.
Já os deterministas dizem que nos povos menos desenvolvidos o QI é mais alto, portanto o grupo racial mais inteligente do planeta são os aborígenes australianos (!). Para conseguir ocupar um enorme continente desértico era preciso usar de todas as armas e a mais determinante era a inteligência, portanto, evolutivamente, eles são mais inteligentes do que qualquer nobre europeu, praticamente excluído da corrida pela evolução.
Leia os dois livros envolvidos na elaboração deste post:
“A Curva do Sino”, de Charles Murray e Richard J. Herrnstein
“Armas, Germes e Aço“, de Jared Diamond
OBS: reparem que o uso do termo “racismo” aqui não é pejorativo, apenas indicativo.
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7 Cervejas for "Racismo, evolução e inteligência"
Teu RSS ta com pau… da uma olhada lá
[]’s
[...] & Educação: Racismo, evolução e inteligência - Bender Blog Hulk terá cenas gravadas na favela Tavares Bastos - Rio de Janeiro - Rio Temporada [...]
Bender,
uma boa contraposição para estes livros é o “A falsa medida do homem” do Stephen Jay Gould.
Bota o dedo nessa ferida humana que você citou neste texto…
abraço
Rss tá voltando… :)
Finalmente o RSS voltou ao normal!
Cara, é dificil comprar um nobre com um aborígene em inteligência, já que a definição da mesma é bem ampla, um aborígene pode realmente ser mais inteligente, mas o estilo de vida faz a diferença ser ainda grande entre ele e o Nobre Europeu, já que em sua cultura só lhe foi ensinado matemática básica (somar e subtrair) e a língua-mãe, fora que a cultura aborígene é totalmente diferente, da mesma forma que o aborígene não iria saber se comportar em uma Corte Européia, o Nobre também não teria idéia de como se comportar no meio da tribo aborígene.
Caro Bender, já existe um termo neutro para quem acredita em diferenças genéticas significativas entre agrupamentos humanos: racialista. Ele nada diz sobre como essas diferenças devem ser tratados politicamente, ou seja, não é ideológico.
eles precisam é de Jesus.
Pega um copo