Lendo o Bluebus vi essa pérola enviada por um leitor:

“Julio, sobre nota do vídeo pornô num restaurante da Lagoa, lembro-me que, em meados dos anos 1980, aconteceu algo parecido (e muito pior!) num vôo charter da Vasp, recheado de crianças. A Globo Vídeo, distribuidora do entretetenimento de bordo, utilizava fitas (ainda era época do VHS!) recondicionadas em suas copiagens. Num bom exemplo da Lei de Murphy, justo dessa vez a fita nao foi desmagnetizada antes da reutilizaçao, simplesmente gravaram o programa de bordo por cima do que tinha antes, justamente um filme pornô! Além de nao desmagnetizar a fita, o pessoal da Globo Vídeo nao se deu conta de que o pornô era mais longo do que o programa novo gravado por cima…”.

“Segue o vôo, fim do programa, e as comissárias, muito atarefadas, nao deram stop no aparelho, sendo exibido o grand-finale do filme pornô, com cenas prá lá de cabeludas! Corre-corre, criancinhas assustadas, pais e maes enfurecidos protestando, e alguém finalmente aciona o stop, para tristeza dos adolescentes, que berram: – ‘Nao pára, nao! Continua!’. O ti-ti-ti resultou num processo da Vasp contra a Globo Vídeo, com um ‘bom acordo para ambas as partes’…”.

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