Por um engano, o rascunho do discurso que o presidente norte-americano fez na Assembléia Geral das Nações Unidas nesta terça-feira, foi publicado e o mundo pode admirar como é os redação é algo patético. Explico, ao lado de nomes complicadas os redatores colocaram uma colinha fonética para facilitar a vida do Andarilho do Texas.

“O texto incluía soletragem fonética para o presidente francês, Nicolas Sarkozy (sar-KO-zee), um amigo, e o líder do Zimbábue, Robert Mugabe (moo-GAH-bee), alvo de críticas de direitos humanos feitas pelos EUA.

As pronúncias também foram melhoradas para Quirguistão (KEYR-geez-stan), Mauritânia (moor-EH-tain-ee-a) e para a capital do Zimbábue, Harare (hah-RAR-ray). (fonte)”

Por mais ridículo que possa parecer, esse hábito é normal para a redação de discursos. Radialistas sabem bem o que é isso, se não colocar a palavra de forma fácil o locutor pode falar de qualquer jeito e aí vira piada.

bOOsh e Con-dou-lEE-za
BOOSH e con-dou-LEE-za na ONU

Quem conhece a língua inglesa sabe da dificuldade em pronunciar algumas palavras. Devido à falta de acentuação, por exemplo, identificar a sílaba tônica é um parto e muitas palavras são derivadas de línguas estrangeiras, portando ainda a sua pronúncia original.

Mais patético seria não ter a colinha e deixar o chefão falar tudo errado. Se bem que, à essa altura do campeonato, com 7 anos de presidência nas costas, bem que o jaguara já tinha de saber falar tudo em todas as línguas.

Vi antes aqui.

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