Último ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial mostra que Brasil perdeu 2 posições em relação à lista de 2009, principalmente devido às “conquistas trabalhistas” do governo ditatorial de um gaúcho de São Borja.

Nem tudo, no entanto, é ruim. Nos últimos anos o país avançou mais do que os outros países latino-americanos e está bem colocado em relação à Argentina, México e Chile.

“O Brasil melhorou muito nos últimos anos em termos de estabilidade macroeconômica e abertura de mercados, fez avanços em educação”, disse Irene Mia, uma das coordenadoras do relatório.

Mas, segundo Mia, as fraquezas estruturais que o Brasil ainda exibe “limitam a capacidade do país de crescer mais rapidamente e de forma mais sustentada”.

Entre as barreiras, ela cita o regime tributário, as dificuldades para contratar e demitir funcionários, e a qualidade ainda baixa das instituições e do ensino primário.

O que não dá para tolerar é estar atrás dos malucos da Índia.

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