Adorei esta proposta. Aposto que o Cardoso iria adorar ainda mais.

Que a nossa sociedade não quer enfrentar o tabu da feiúra. Que a celebração da diversidade tem um limite e o manto da hipocrisia cobre o tratamento dispensado a boa parte das pessoas apenas porque elas não se encaixam em certos padrões. É hora de criar ministérios, secretarias, planejar políticas públicas para erradicar a praga da discriminação pela feiúra.

O símbolo sexual desta campanha, óbvio, só poderia ser Tião Macalé. E o José Saramago desta minoria seria Cláudia Tajes, a autora do livraço “A vida sexual da mulher feia” e participante do Grêmio Libertador.

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