Agora passa a focar mais o conflito com os países ao invés de grupos armados (traficantes, contrabandistas). Está no DefesaNet.

"Apesar de considerarem que "qualquer ação militar num país amigo seria mal vista", os militares vêm trabalhando com a perspectiva de em até 15 anos ser capaz de travar combate direto com até duas coligações de nações sul-americanas, ou ainda entre um dos vizinhos e uma superpotência militar. A estratégia de hard power é ousada e pretende, por meio de elevados investimentos e da reativação da indústria bélica nacional, capacitar as Forças Armadas nos próximos 35 anos com um poder militar grande o suficiente para "que nenhum país se sinta em condições de desafiar o Brasil" na América do Sul. "

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