Consumidor convicto de mamíferos quadrúpes ungulados
8 Nov 2007

Resumo compacto: alemão tenta levar a sério a filosofia de que este é o melhor dos mundos possíveis, mas a vida é cruel demais para ele.
O livro é uma crítica a um filósofo alemão que apareceu com essa baboseira. Nem vou colocar o nome dele aqui em solidariedade ao voltaire. Basta dizer que Cândido se apaixona pela dona de um castelo mas é banido do feudo porque não tem 97 gerações de nobres na família, é expulso de casa, surrado, alistado em uma guerra que não é sua, expulso novamente, preso, condenado à morte, solto, passa fome, mata duas pessoas, foge para a Argentina, foge para o Paraguai, foge para o Eldorado, fica biliardário, é roubado e perde tudo, é preso, é solto, consegue se casar com sua amada já deformada por seguidos estupros e tentativas de assassinato e mesmo assim conhece gente muito mais infeliz no caminho.
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4 Cervejas for "Cândido ou O Otimismo, de Voltaire"
Bah, Candido é muito engraçado, li acho que na 8° série e eu ria da desgraça do coitado afuzel!
Salve, Bender!
Então esse é blog… Olha, não fosse a abissal ignorãncia do Voltaire em filosofia - e em tudo o mais, acho eu -, estaríamos 200 anos a frente em termos de ciência: legítimo malandro bem falante, ele leu Leibniz - ou melhor, não leu -, não entendeu nada e, não obstante, escreveu esse panfleto sobre o “otimismo” que foi tremendamente bem aceito nos salões parisieneses (sucedâneo iluminista da calçada da fama…). Enfim…
Abraço!
Mas, que o livro seja divertido, isso é inegável!
Hoje, na situação brasileira poderia ter outro nome: O Apedeuta.
Pega um copo