Concorde comigo ou esteja fatalmente errado
14 Jan
Faz tempo que as telas de cinema não vêm um sucesso como Avatar. Em poucas semanas arrecadou quase o mesmo do que Titanic nas bilheterias (veja a lista das maiores bilheterias), o que comprova o talento do diretor James Cameron em contar a mesma história de sempre com os mesmo personagens, mas outro cenário. O problema (para os produtores), é que o sucesso de Avatar expõe a fragilidade do negócio. Vamos por partes.
Avatar é como nenhum outro. Lançado simultaneamente em 2D e 3D com uma direção de arte espetacular, o filme não é apenas um filme. É um acontecimento em várias mídias, sendo que sua versão para vários videogames foi lançada semanas antes da estreia. Até o momento, a produtora Ubisoft não relatou grandes ganhos.
No entanto, devido à depressão generalizada causada pelo filme, é possível que o jogo passe a ganhar momentum nas próximas semanas e, eventualmente, até possa superar o cinema em receita.
Epa, um jogo superando um filme? Sim, isto é normal hoje em dia. O jogo “Call of Duty: Modern Warfare 2” já tem receita estimada de mais de US$ 1 bilhão. O video abaixo, de uma cena do jogo, deixa claro que é uma produção muito diferenciada:
Vale lembrar que um jogo custa em média US$ 60 enquanto que um ingresso de cinema sai por bem menos. Além do mais, um jogo pode ser comprado por qualquer pessoa em qualquer lugar, ao contrário do cinema, que só vive nos centros urbanos.
Ao contrário do sucesso financeiro de Titanic, Avatar conta – e muito! – com salas habilitadas em 3D para gerar mais vendas. Afinal, o ingresso para estas custam bem mais. Em bilheteria, Avatar está bem atrás de outros filmes como o Cavaleiro das Trevas.
Mas peraí, isso não é bom?
Claro que é. Mas note, menos pessoas estão indo ver um filme que rende mais. MENOS gente, não MAIS. Logo, o filme – e de quebra a indústria em geral – é menos popular do que era há 10 anos e muito menos do que há 50.
Neste momento, a indústria cinematográfica sabe que seu ÚNICO diferencial está no conteúdo tridimensional que sequer é oferecido em larga escala. Há ainda poucas salas deste tipo nas grandes cidades e menos ainda no interior.
É provável que apareçam várias produções voltadas para este formato e se ampliem o número de salas. Elas buscam, principalmente o diferencial e a alta receita gerada nestas salas.
No entanto, como as salas 3D são mais caras é menos provável que tenhamos mais salas de cinema do que hoje. Possivelmente teremos menos. Bem, menos. Há ainda o agravante, como apontado por Rafael Ziggy, do Sim Viral, do pouco conteúdo das produções:
“Acho que (o 3D) vai estragar o cinema. Vai aumentar o número de filmes com efeitos demais e histórias de menos.”
Por sinal, você já imaginou um filme do Woody Allen em 3D? Aquela cara de perdedor narigudo de terceira idade avançando até você? Muito pior que o pior dos piores “Sexta Feira 13″.
Hoje então, com a popularização de aluguel de filmes por streaming, a popularização dos home theaters e a pirataria rampante turbinada por conexões de banda larga com 10mb, passa a ser ridículo pensar em se deslocar até um lugar qualquer para ver um filme.
Comparemos os custos:
Aluguel: R$ 5 = assistem quantas pessoas puderem durante 1 dia
Download ilegal: R$ 2 (1 dia de internet) + o serviço de procurar = assiste quantas vezes quiser por tempo ilimitado
Cinema: R$ 12 (ingresso) + R$ 5 (pipoca) + R$ 10 de deslocamento (estacionamento, passagem, gasolina) = para uma pessoa e apenas uma exibição
A opinião de Gisele Honscha se baseia em torno de custos:
“Eu acho que o 3D com um bom trabalho de marketing em cima pode aumentar o lucro da indústria cinematográfica nos próximos anos. Não acredito que será o suficiente para evitar que as pessoas prefiram SEMPRE fazer downloads gratuitamente a ir ao cinema.”
No futuro, será mais ou menos como quando os cinemas de rua migraram para os shopping centers e muitas cidades passaram a ficar sem este serviço. Na ocasião, o que se descobriu é que com TV à cabo + locadoras de qualidade ninguém sente falta de cinema.
Aí com o 3D isso muda um pouco, mas só um pouco. Isto porque as companhias de eletrônicos já estão lançando televisores com imagem tridimensional. Veja uma da Sony em funcionamento abaixo:
Para Alexandre Fugita, do TechBits, é uma espécie de corrida de gato e rato tecnológica:
“Na minha visão o cinema tem se adaptado para não “morrer”, vamos dizer assim. No começo tinha o formato 4:3, daí surgiu a TV que era 4:3. O cinema passou a ser 16:9 e agora o 16:9 e HD passaram para TV comum. Então o cinema inventou o 3D pra se diferenciar de novo.”
Qual a relevância de um cinema neste caso? Nenhuma. Sério, nenhuma. E a maior prova da irrelevância da mídia está na forma com que ela se promove.
Ao invés de falar dos filmes, passam a falar de números. Apenas números.
E se o campeonato brasileiro fosse resumido a isso? “Veja o jogo que mais de 40 mil pessoas pagaram para ver no estádio” seria a chamada dos jogos do Remo no pay-per-view.
O cinema nunca vai morrer, claro que não. Assim como o teatro, os jornais e o rádio, ele irá cada vez mais buscar um nicho específico e ficará lá, resumido à sua decadência.
Esta, claro, é a minha opinião. Nick Ellis, do Digital Drops, pensa muito diferente:
“Acho que o cinema não precisa de salvação, mas o 3D sem dúvida é a onda do futuro”
E qual é a sua opinião? O 3D tem potencial para evitar que o cinema vire teatro ou o rádio?
A Gisele deu mais um pitaco (mulheres sempre têm a palavra final):
“Todos os meios precisam ser reinventados de tempos em tempos. Um novo meio não anula os anteriores, mas as novas formas das pessoas se relacionarem e consumirem mídia faz com que as linguagens e modelos de negócios tenham que ser reformulados a uma nova realidade.”
10 Dec
Há alguns anos eu tive o prazer de conhecer o dono do Digital Drops, Nick Ellis. Eu estava no Rio de Janeiro visitando parentes e combinamos uma cerveja na zona sul. Legal.
Encontrar pessoas que não se conhece em cidades estranhas pode ser uma armadilha e tanto. Isso, claro, se o dono do blog em questão não fosse a única pessoa portando um iPhone no bar.
Isto foi no iníco de 2008, pouco depois do lançamento (final de 2007), e o aparelhinho da Apple só foi aparecer por estas bandas formalmente neste ano.
Esta história mais ou menos explica porque o Digital Drops é a melhor fonte de notícias sobre bugigangas. Nick realmente possui boa parte dos aparelhos dos quais trata, não se limitando a simplesmente traduzir os melhores posts do Engadget ou do Gizmodo.
Veja este post sobre o N900, o computador de bolso da Nokia, publicado por um colaborador. Apesar do aparelho não estar à venda por aqui ainda, o sujeito já avaliou de cima abaixo e fez a seguinte observação:
Além de incentivar a patota a jogar dinheiro fora em aparelhos com poucos aplicativos disponíveis, no Digital Drops tambem costuma rolar várias promoções como esta, que sorteou um puta monitor full hd da Samsung. Eu estava concorrendo, mas um outro gaúcho ganhou. Droga.
Mas nem só de utilidades vive o Digital Drops. Neste post, por exemplo, Nick fala de um kit para jato pessoal. Veja a foto para entender.
Desde já gostaria de colocar isso na loja. Seria uma alternativa e tanto para evitar que bebuns dirigissem, certo?
Outro post interessante é este sobre uma cadeira ergonômica que mimetiza vértebras para economizar grana do seu plano médico. Vejam que interessante:
Parece algo do H. R. Giger, né?
Então, convido todos a conhecerem o blogaço do Nick de cabo a rabo. Já adianto que há MUITO conteúdo legal por lá.
23 Sep
Crescendo aos poucos, o sistema de recomendação do Google Reader passou a ser um dos pontos centrais da minha rotina diária de leitura de feeds (O quê? Você ainda não sabe o que são feeds? Leia isso).
A mecânica é simples. Os contatos do Gtalk e Gmail vão marcando “Compartilhar” ou “Share” (para quem usa a versão na língua do Chuck Norris) e eu vou lendo, se quiser.
Naturalmente, há muita coisa de qualidade que não me interessa. Ainda assim não é difícil de achar porcarias interessantes.

22 Apr
Com o fechamento definitivo do Last.fm nesta semana, começa a corrida para achar novas e decentes rádios online gratuitas. Vale dizer que este serviço nasceu com o Pandora, também fechado apenas para alguns países, e que prefiro não usar proxy para esconder meu IP brasileiro.
Sim, meu IP é brasileiro e eu não tenho orgulho disso, mas também não tenho vergonha.
A alternativa gratuita mais antiga

Antes de inventarem o Last.fm, na prática antes da banda larga aparecer no Brasil, existia um serviço que permitia à jaguarada criar suas próprias rádios online. É o SHOUTcast.
Hoje em dia tem tanta gente fazendo suas próprias rádios (é fácil, basta seguir os 350 passos bem explicadinhos no site) que é possível ouvir todo o tipo de música. Só de Heavy Metal eu contei 15 radios.
A alternativa gratuita mais esquisita

O Stumbleaudio queria ser o StumbleUpon da música online de graça, mas, sinceramente, não é isso tudo não. A interface é diferente, apesar de lembrar um pouco o Pandora, mas é gráfica demais. Sério, é demais. Não gostei.
Destaque para a lista de álbuns menos preferidos, onde achei o disco “Living with Alzheimer“.
A alternativa gratuita mais parecida

O iLike é exatamente igual ao Last.fm, só que em azul. Ou seja, perfeito para gremistas. Me add logo que ainda estou sem amigos por lá :)
20 Sep
Atenção Digital Drops e 1/2 Bit, o gadget definitivo acabou de ser inventado. Trata-se de uma cama vertical portátil, com presilhas para mantê-la estável, guarda-chuva caso o tempo mude, protetor de pescoço para o sujeito poder relaxar de verdade e óculos super opaco com almofadinhas para prender as pálpebras. Veja fotos:

Cama
E este é o equipamento desmontado:

Notícia bombástica completamente inspirada por este post do We-make-money-not-art sobre uma instalação do Conflux, festival nova-iorquino de arquitetura e arte urbana.
15 Jan

O livro em uma frase: Grupo de astronautas explora misteriosa espaçonave gigante cilíndria e oca que atravessa o sistema solar a uma velocidade assombrosa.
O fato é que ninguém conta uma história como o Clarke. O cara inventou essa maluquice de enviar para o espaço estações de retransmissão para sinais de telecomunicações (viabilizando o nosso mundo globalizado de hoje em dia) e escreveu alguns dos melhores romances de ficção científica da história. Entre eles: “Encontro com Rama”, “A Cidade e as Estrelas” e “2001: Uma Odisséia no Espaço”.
Neste livro o que impressiona é a absurda verossimilhança da história com a realidade. Não há nenhuma tentativa de física absurda e, na verdade, o livro é uma grande aula de astronomia, física e sociologia.
Rama, para se ter uma idéia, seria uma espaçonave em forma de um cilindro de 50 quilômetros de comprimento e 16 quilômetros de diâmetro. Em seus 10 mil quilômetros quadrados de área interna caberiam quatro cidades de São Paulo.
Uma imagem do interior de Rama fonte: Wikipedia

Quando terminei de ler o livro pensei “taí um candidato a filmaço” e eis que há uma produção agendada para 2009 baseada no livro (veja o site do filme) estrelando Morgan Freeman e com direção de David Fincher, o mesmo cara de Seven e Clube da Luta.
10 Jan
Um bordel de Praga, República Tcheca, inovou para produzir filmes pornográficos a baixo custo: os clientes tem 15 minutos de graça com uma prostituta à sua escolha, mas a operação toda é filmada e transmitida pela web para os assinantes do site da empresa.

Central de produção do bordel: todos os quartos ao vivo
O nome da empresa é Big Sister em contrapartida com o Big Brother, óbvio, e maior parte da sua receita vem dos assinantes online e das vendas de DVDs com as estripulias dos clientes.
Alguns “atores” chegam a atravessar a Europa apenas para conhecer – e aparecer nas câmeras – do Big Sister. Esta matéria da Bloomberg fala de um francês que dirigiu 9 horas para chegar em Praga. “Eu venho pelo sexo de graça, boa cerveja e as mulheres que são amigáveis”, conta Nick, o francês, em sua quarta (!!!) visita ao local.

Set de filmagem “polar” para dar mais emoção aos filmes
A intenção dos proprietários do negócio é lançar as bases para um reality show erótico voltado para adultos. “Este é o National Geographic para adultos”, conta o gerente de marketing Carl Borowitz.
7 Jan

O Pensaletes é um blog muito estranho de um autor bem maluco avesso a parágrafos longos e letras maiúsculas, sendo assim recomendo. Em um dos seus eventuais textos longos ele explica por quê o blu-ray venceu a guerra do DVD de segunda geração:
18 Oct

A Organização Mundial do Banheiro (WTA, World Toilet Association, para os mais globalizados) está organizando seu encontro mundial na Índia entre 31 de outubro e 3 de novembro.
Parece piada, mas é verdade. A WTA é um órgão da Organização Mundial de Saúde e tem o objetivo de tornar banheiros acessíveis a todos os seres humanos até 2025.

Nós, urbanóides civilizados com acesso à banda larga, podemos achar isso bizarro, mas fazer número 1 e 2 ao lado da sua casa ou na varanda de seu apartamente durante alguns dias pode trazer muitos problemas para a saúde de todo mundo ao redor. Basta pensar que o ciclo de vida de muitas das doenças perigosas, como cólera e disenteria, inclui fezes humanas.
A coisa é tão importante – apesar da bizarrice dos nomes – que tornar o saneamento básico acessível para todos é uma das metas do milênio e um dos principais objetivos de quase todos os programas decentes de estrutura. No Brasil, segundo o censo de 2000, 16,4% dos domícilios não tinham nenhum banheiro.
Vi a notícia na Reuters e, coincidentemente, o Knuttz falou da casa sendo construída para promover o uso de banheiros na Coréia do Sul.
OBS: meio off topic mas tudo a ver é o lançamento de “Saneamento Básico – o Filme“. Estou mais interessado nele do que em “Tropa de Elite”
11 Oct
Vi esta notícia na Economist sobre sistemas alternativos de aproveitamento de energia solar
“Uma empreiteira holandesa chamada Ooms decidiu fazer o óbvio, utilizar o calor absorvido pela rua para climatizar o seu prédio. Para fazer o esquema funcionar foi necessário contar com o princípio da termodinâmica (água quente sobe, água fria desce) e algumas bombas.
Eles instalaram uma rede de canos sob o asfalto interligado com dois aquíferos próximos. Um é usado como reservatório de água quente, outro de água fria.
Durante o verão, a água é aquecida sob o asfalto e armazenada no subterrâneo. Com o aquecimento o asfalto fica mais frio, o que lhe garante maior resistência ao peso do tráfego de caminhões.
Durante o inverno a mesma água é utilizada para aquecer o prédio da construtora e, depois de sair do prédio vai para a rede sob o asfalto para ser resfriada pela neve e evitar o congelamento da água (que é bem perigoso, diga-se de passagem). A água resfriada, próximo à temperatura de congelamento, é enviada para o aquífero 2 e utilizada para resfriar o prédio durante o verão.”

Essa tecnologia, chamada ATES (Aquifer Thermal Energy Storage, ou Armazenamento de Energia Termal em Aquíferos) já é desenvolvida desde a década de 80 na Europa e hoje em dia boa parte dos prédios novos construídos na Holanda usam o sistema. Segundo este estudo (PDF) o retorno financeiro vêm até 5 anos na maior parte dos casos e o único requisito técnico é possuir um aquífero próximo da superfície.
Antes que alguns leitores achem o máximo e tentem aplicar o sistema, lembrem-se que no Brasil não neva e faz calor maior parte do ano. Logo não faz sentido armazenar água quente e a água fria nunca será produzida em volume o bastante para refrigerar durante maior parte do ano.
Portanto, melhor tirar o cavalinho do asfalto.
15 Sep
Semana passada, com a história do Bombardeiro ao Senado, alguns dos meus posts foram catapultados para a página do Rec6. Este site é, na minha opinião, o mais robusto e promissor dos agregadores nacionais.
Ele funciona mais ou menos como o Digg, o leitor gosta do conteúdo e dá um voto. Quanto mais votos mais bem colocado fica o link em questão.
Atenção: apenas usuários cadastrados podem votar!
Já faz algumas semanas que este blog e o Goitacá ganharam um botão permanente de “vote rec6″, mas o problema é que alguns conteúdos de ambos os blogs não são material digno de rec6 por terem sido, digamos assim, inspirados em posts de outros sites ou simplesmente muito curtos. Assim, estes posts não cadastrados ostentavam aquele “zero votos” deveras desagradável. Dando a sensação de “festa vazia”.
Eis que, navegando pelo próprio Rec6 vi uma chamada para um plugin que insere o botão automaticamente em todos os posts, sem necessidade de mexer no template como eu fizera. “Jóia”, pensei eu, “mas não é o que eu preciso”.
Deixei um comentário lá dizendo que faria uma resenha se o autor do hack modificasse o plugin de forma a poder inserir o botão de votação apenas nos posts que eu quiser.
O Charles, desenvolvedor dono da birosca (vale a pena conhecer), arregaçou as mangas e acertou o plugin como eu queria. Além desta grande façanha em prol da felicidade geral da nação, ele também já falou como integrar o Twitter ao WordPress e sobre a loja virtual do Mecado Livre.
Portanto agora, caro leitor, apenas os posts interessantes para o rec6 ganharão botão de votação.
12 Sep

Em novembro de 1994 ocorreu um evento astronômico deveras raro no sul do Brasil, um eclipse total do sol. Em Novo Hamburgo ele não foi realmente total, mas de 97%, o que já bastante penumbra.
Hoje, fuçando em um link passado pelo professor Dulcídio, do Física na Veia, com dados de todos os eclipses solares de 1500 até 2100, vi esta bela representação animada do evento de 1994.

Lá nesse site há uma lista de eclipses parciais e totais do sol e da lua por cidade no mundo inteiro. Então há a lista do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Curitiba, Salvador, Belo Horizonte e muitas outras. Lá vi que o último eclipse total a atingir o Rio de Janeiro não foi a construção de Brasília nem o Maracanazo, ele ocorreu em outubro de 1734.
Vale a pena conferir. Sugiro a leitura principalmente para o Marcello Miranda, o infeliz repórter do Diário Catarinense que “esqueceu” de checar as informações de sua fonte antes de publicar e cometeu uma das notícias mais estapafúrdias da história.
30 Aug
Certo dia Thomas Montgomery, um ex-fuzileiro de 45 anos, decidiu entrar em uma comunidade online para bater papo. Para se diferenciar, se registrou como Tommy, um fuzileiro de 18 anos em serviço no Iraque. Como Tommy, conheceu Jessi, uma bela garota de 17 anos e começou a trocar correspondência online e fotos por correio com a moça.
Conversa vai, conversa vem e Thomas revela para um colega de trabalho seu romance virtual. Brian, o estagiário de 22 anos da empresa onde eles trabalhavam, trai Thomas e começa a conversar com sua paixão virtual, Jessi.
Brian conta para Jessi que Tommy não existe e ambos debocham de Thomas. A esposa de Thomas descobre e também manda uma carta para Jessi além de revelar para todo mundo que ele talvez seja um predador sexual pedófilo.

Atenção, use anti-virus para praticar sexo virtual
Mas Thomas continua obcecado por Jessi, que continua falando com Brian e até dá a sua senha e login para ele conversar com Thomas. Enfurecido de ciúme, o ex-fuzileiro ameaça o jovem de morte se ele não parar de falar com ela.
Então certo dia Brian leva um tiro no estacionamento da empresa e Thomas é preso. A polícia vai atrás de Jessi e encontra uma senhora de 45 anos chamada Mary usando o nome e as fotos da filha de 18 anos.
- Tommy parecia tão carente que eu decidi ajudar, ela declarou para polícia ao explicar porquê continuou a sustentar seu personagem mesmo sabendo ele se tratar de uma farsa.
12 Jul
Quando eu comprei meu primeiro leitor de cartões, há uns três anos, o objetivo era deixar de precisar de CD-RW para carregar arquivos por aí. Hoje, mesmo com o uso em massa de DVD-RW, um pendrive é extremamente útil e torna possível carregar todo o tipo de arquivo.

OBS: Usar disquete hoje em dia é como andar de carro com carburador. Funciona, mas não funciona.
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