Concorde comigo ou esteja fatalmente errado
16 Apr
Honestamente acho que a única coisa que impede o Brasil brasileiro de ir para o ralo de uma vez por todas é o preço da cerveja. Sério.
Entre as leis idiotas, embora justas, desta monumental aberração política destaco a de direito de imagem. Não é sempre, mas às vezes ela provoca aberrações como essa história abaixo:
“Reimprimi os cartazes e as pessoas podiam fazer todo tipo de intervenção, assim como na rua”, explica Vogler. O trabalho foi batizado de “Fani Dark”.
Três anos depois, ele escolheu três desses pôsteres para expor no MAM.
Vogler defende que o trabalho que propôs ao MAM não difere do que havia nas ruas e que, portanto, não necessitaria de autorização. “Eles passam a integrar a nossa paisagem, é mais uma publicidade. O que proponho não é diferente do que já tinha sido feito na cidade.”
“Queria ver se isso [as intervenções do público] poderia ser tomado como procedimento de pintura. E a ideia era levar para um museu.” (FONTE)
E esta é a imagem imortalizada do que foi para o lixo:

Repetindo: o sujeito concede o uso de sua imagem para aporcalhar as cidades (muitas vezes em locais indevidos) e depois recusa a reutilização da obra, que foi para o lixo, para fins artísticos. Segundo a lei, o direito de imagem é concedido para cada mídia e é preciso negociar cada uma separadamente.
Acontece que esta não é mais a imagem da ex-BBB Fani Pacheco. Sequer parece ela.
Há outras coisas absurdas neste nosso labirinto legislativo. Entre as quais se pode destacar também o Foro Privilegiado para otoridades e políticos ou o regime especial de prisão para quem tem diploma de graduação. Ou o ridículo direito de não produzir provas contra si, que valida a recusa de assoprar no bafômetro.
Esse país não têm jeito, felizmente vivo na Alemanha.
19 Jan
Bem vindos à Aldeia Global. Nela, o resultado estupefaciante de um terremoto gigantesco em uma área desgraçadamente pobre é ajuda humanitária global em massa, rápida e eficaz.
Isso porque as vítimas estão pagando com sangue. Fosse com suor apenas, a ajuda não seria tão grande. Mas isto evitamos falar em público.
Haiti: uma história triste
Palco de uma das histórias nacionais mais frustrantes do mundo, o Haiti começou muito bem. Era a colônia mais rica da França no século XVIII, dona de um império extenso que incluía também a Louisianna (ou 1/3 dos EUA). Na ocasião de sua independência o Haiti tinha tudo para dar certo.

Aqui é onde era controlada a cleptocracia haitiana (fonte)
Produzia açúcar e outros bens tropicais em profusão, coisas que os vizinhos do norte precisavam desesperadamente para fazer rum que seria trocado por escravos na África.
Em 1804 o país era só otimismo, mas, infelizmente, não contava com um probleminha. Praticamente toda a população era composta por ex-escravos libertos na revolução que culminou na criação do Haiti. E nenhuma das potências da época queria comprar os produtos dessa gente.
“Açúcar feitos em engenhos de propriedade de negros? Tô fora!” diria Thomas Jefferson, patrono da independência norte-americana.
Décadas de isolamento comercial para um país cuja economia é baseada em uma monocultura só podia gerar a nação mais atrasada do hemisfério. Como se não bastasse, a ocupação norte-americana no pós-guerra gerou uma sociedade corrupta, atrasada e dependente de estrangeiros. Mais um item na lista “grandes contribuições para a humanidade” de autoria dos americanos.
O Brasil, claro, sempre irrelevante só passou a participar da festa com invenção da Minustah, uma entidade fantasmagórica que pretende pacificar uma população de 9 milhões de haitianos com 7 mil soldados e 2 mil civis.
Haiti: o caos

Minustah brasileira, não confundir com ala minuta (fonte)
Quase 6 anos depois do início do mandato da ONU no país caribenho, muita coisa mudou. Mas não o suficiente. Favelas foram pacificadas, eleições limpas foram realizadas, mas a m* generalizada continua. Continuava.
Uma matéria no JB deixa isto bem claro:
“Para Frantz Dupuche, da Plataforma Haitiana em Defesa de um Desenvolvimento Alternativo, as tropas estrangeiras têm servido apenas para defender os interesses da classe política e de empresas que, atraídas pela mão de obra barata, se estabeleceram no país nos últimos anos.
- Para nós, a Minustah não chegou a cumprir sua verdadeira missão: garantir a estabilidade local. O que vem ocorrendo é justamente o contrário, ou seja, maior desestabilização. A cada dia, cresce o número de sequestros e de mulheres violentadas – afirmou.” (fonte)
Haiti: a queda

Claramente, falta tudo no Haiti exceto tinta (fonte)
O que se viu na sequência do terremoto da semana passada foi o restrato de um país sem estrutura alguma para lidar com o cotidiano precisando dar resposta rápida a um desastre que seria pesado para qualquer nação.
Não há escavadeiras o bastante para limpar os escombros dos milhares de prédios despreparados que ruiram com o abalo. Com isso, os haitianos foram obrigados a usar seu único recurso natural, as próprias mãos, para salvar familiares, vizinhos e qualquer outro.
Haiti: o futuro

Coisas que o Haiti precisa: infra-estrutrura (fonte)
Rapidamente norte-americanos juntaram centenas de milhões de dólares para doar às vítimas do terremoto através de de doações por SMS e pelas várias entidades assistenciais. Em montante é o povo mais generoso do planeta, o tipo de título exclusivo aos mais ricos.
No entanto, vale notar que celebridades doam voluntariamente seu dinheiro em volumes enormes ao passo que no Brasil isso não ocorre quase nunca. A única exceção é a modelo Gisele Bündchen, que doou mais de US$ 1 milhão para o Haiti. Impressionante, mas abaixo dos US$ 3 milhões do recordista Tiger Woods (veja uma lista aqui).
Nessa linha, vários países e organizações chamaram para si a responsabilidade e decidiram resolver os problemas mais urgentes do país. Com isso, os bilhões de dólares arrecadados podem (e devem) ser utilizados na reconstrução das cidades da forma que deveriam ser há tempos. Ou seja, com saneamento básico e à prova de terremotos (veja como deixar sua casa resistente à terremotos).
Por outro lado, a avalanche de recursos pode esbarrar num problema seríssimo: a corrupção. Essa é a opinião pessimista do blogueiro-economista e realista de carteirinha Cláudio Shikida:
“De que adianta chover comida e dinheiro se as instituicoes do pais nao mudaram? (As doações) só aliviam o terremoto. Uma possível mudança viria se o governo atual tiver perdido muito de sua força com mortes no terremoto. Mesmo assim, não há garantias de que os novos politicos seriam melhores”
Haiti: uma visão
Por princípio, neste post não há fotos de vítimas do terremoto, tampouco de ruínas. Apenas fotos bonitas do país e de outros lugares (caso da ponte).
Se você quiser ajudar e não puder entrar em uma das inúmeras organizações não-governamentais que atuam no país, considere fazer uma doação. A organização Viva Rio está juntando no Brasil:
Banco do Brasil
Agência: 1769-8
Conta: 5113-6
Favorecido: VIVA RIO DOAÇÕES
CNPJ: 00343941/0001-28
É possível também doar para a OEA (Organização de Estados Americanos) Ajuda Panamericana.
26 Jun
Engraçado, Michael Jackson e Farrah Fawcett escolhem o mesmo dia para morrer, 25 de junho. Coincidentemente, este dia marca o início da Guerra da Coréia, há 59 anos.
Teoria da conspiração? Não! Fato consumado.

4 Jan
O ano começa amanhã e há algumas coisas que devemos nos lembrar agora para não frustrar nossas expectativas mais otimistas ou pessimistas.
20 May
Notícia meio velha, mas esta é uma lista de vários vídeos sobre o terremoto na China.
Pessoas na rua durante o fenômeno
Terremoto dentro de uma sala
Câmera de vigilância de um estacionamento
Não relacionado à China:
Melhores cenas ao vivo do terremoto de São Francisco em 1989 e Taiwan em 1999
25 Feb
Certa vez Luis Nassif – um dos jornalistas mais conhecidos e respeitados do Brasil – acreditou ter sido atacado por matérias publicadas na Revista Veja, a revista semanal brasileira com maior tiragem.
Lembro de ter lido tempos atrás uma coluna do Mainardi (uma das últimas que consegui ler) onde ele criticava a liberdade de expressão dos colunistas do IG. Não sei se este caso foi o estopim para o entrevero, mas faria sentido se estivesse junto.
O argumento do colunista, muito estúpido, por sinal, é de que o IG é propriedade de fundos de pensão e portanto seria dinheiro dele ali. Portanto, dentro da sua cabeça privilegiada, “Nassif estaria usando patrimônio público para fazer lobby”.
Bem, os fundos de pensão não são do governo. São dos empregados das estatais (Banco do Brasil, Petrobras, etc), mas pedir coerência para algumas pessoas é equivalente a exigir da peladona do funk que dance e use roupas ao mesmo tempo. Não dá, o cérebro pifa e as meias Vivarina rasgam.
Melhor nem entrar na questão do lobby porque qualquer coluna de opinião dá muita margem para esse tipo de acusação, coisa que o próprio Mainardi constantemente sofre. Enfim, eis que o Nassif decidiu usar sua competência para contra-atacar a revista, que ele enxerga como exemplo de mau-jornalismo.
Não será um desafio fácil. Estaremos enfrentando o esquema mais barra-pesada que apareceu na imprensa brasileira nas últimas décadas. E montado em cima de um tanque de guerra: uma publicação com mais de um milhão de exemplares. (fonte)
Este blogueiro é solidário e decidiu usar o Google para bombardear a Revista Veja. Como?
Simples, basta lincar a palavra Veja para o extenso manifesto que Nassif está publicando semanalmente com denúncias fundamentadas contra a revista.
Repetindo: linque Veja com esse endereço http://luis.nassif.googlepages.com
Repetindo mais uma vez: toda a vez que a palavra Veja aparecer no seu blog, ela deve ser lincada (sem nofollow) para o endereço http://luis.nassif.googlepages.com.
Quanto mais gente fizer isso EXATAMENTE IGUAL, maior a probabilidade da denúncia do Nassif aparecer no topo das buscas por Veja no Google.
ATUALIZAÇÃO: Devido ao forte apoio que esta campanha recebeu dos outros blogs, a página do Nassif sobre a Veja está em quinto lugar na busca por “veja”. Veja a Veja aqui.
Esse sucesso fica ainda mais aparente se considerado que a página do Nassif tem um SEO PÉSSIMO!!! Sério. Ela seuqer aparecia nas buscas por “Nassif+Veja” e agora está lá, toda faceira, em quinto lugar na busca.
14 Jan

A ilha para onde se refugiaram 2 milhões de partidários do maligno Kuomintang após a – estúpida – derrota para os inspirados comunistas na Guerra Civil Chinesa está prestes a deixar de ser um país independente. Sim, está mesmo.
Com a ascensão econômica da China continental à base de destruição do meio ambiente e escravização do seu povo, velhos aliados têm trocado de lado e estabelecido contatos diplomáticos com o país de Mao. Já a ilha governada por japoneses até o final da segunda guerra e depois tiranizada pelos nacionalistas chineses até a ascensão de um governo democrático – apenas em 1991 – está ficando para trás.
Hoje apenas 23 países, em sua maior parte pequenas e pobres repúblicas africanas e latino americanas, reconhecem Taiwan como país independente e mais de 170 reconhecem a China. Não há meio termo. É preciso cortar laços com um para reconhecer o outro.
Países idiotas que ainda reconhecem o estado taiwanês
Belize, Honduras, Paraguai, Burquina Faso, Kiribati, Saint Kitts e Nevis,
República Dominicana, Malauí, Saint Lucia, El Salvador, Marshall Islands, Saint Vincent e Grenadines, Gâmbia, Nauru, São Tomé e Príncípe, Guatemala, Nicarágua , Ilhas Salomão, Haiti, Palau, Suazilândia, Vaticano, Panamá e Tuvalu
Quem trocou de lado nesta semana foi o farol da democracia chamado Malauí, ano passado foi a pujante nação da Costa Rica e em 2006 foi o paraíso terreno do Chade.
Houve um certa ocasião em que o gênio militar chinês-comunista Mao Tsé Tung decidiu invadir a ilha. Os Estados Unidos mandaram navios e porta-aviões para proteger Taiwan. Agora nem reconhecem mais o país. Fale de boca cheia: “gringos bastardos”, mas lembre-se que o Brasil também não reconhece o país.
OBS: texto altamente irônico e confuso. Não recomendável para quem tem menos de dois neurônios.
11 Jan
Hoje choveu bem forte em Novo Hamburgo, cidade onde eu moro no Rio Grande do Sul, e no resto da região metropolitana de Porto Alegre. Por esse motivo pipocaram notícias de acidentes esquisitos na cidade. Veja só:
Ciclista atingido por tábua de pregos está em estado grave
Ele catava latinhas no local quando uma tábua o atingiu. Populares não souberam informar de onde o objeto se soltou.
A situação se agravou porque a vítima caiu com uma sacola de latinhas em frente ao rosto, o que provocou uma asfixia e um início de parada cardio-respiratória.
Égua morre eletrocutada e carroceiro se fere em Lomba Grande
A égua “Sarita” de 15 anos morreu eletrocutada na manhã desta sexta-feira devido aos temporais.
4 Jan

María Díaz Cortés, uma espanhola, nasceu em 2 de janeiro de 1892. A anciâ de origem cigana, porém, não é reconhecida pelas listas de pessoas mais velhas do mundo (fonte).
O deatlhe é que apenas agora, com o aniversário da mulher, que os espanhóis perceberam horrorizados as condições em que ela vive. A velhinha vive numa casa pré-fabricada com sua filha e quatro netas. O lugar simples, sem água quente nem calefação.
Tudo bem que Sevilha é um lugar relativamente quente, mas hoje, por exemplo, a mínima foi de desconfortáveis 3ºC, o que bastou para os europeus considerarem as condições sub-humanas.
Eles deveriam experimentar o inverno gaúcho. Por aqui, 99,9% das casas não tem calefação e o clima no inverno é bem semelhante.
A fonte da notícia é o El País
3 Jan

A nova edição do Big Brother Brasil 8, ou a horripilante sigla BBB8, tem várias novidades que eu ignoro, vários participantes que eu já considero desinteressantes de antemão e o mesmo apresentador que eu respeitaria, caso fizesse outras coisas.
Sim, o problema com o BBB8 não é da falta de qualidade dos participantes ou produção, mas sim da absoluta falta de conteúdo do programa. Assistir um monte de mulher bonita tirando meleca do nariz não é exatamente divertido, ainda que pudesse ser pior. Poderia ser o Becher tirando meleca do nariz. Isso seria engraçado nas primeiras duas ou três horas apenas.
O lance que eu não gosto no BBB8 é como ficamos magnetizados na frente da tela, tentanto assistir desesperados o momento em que o sutiã da loira maluquete cair ou perceber qual a marca do desodorante do surfistão saradão como se isso fosse uma chancela de qualidade.
Sério, não me incomodem com isso. Não quero saber dos picos de audiência do BBB8 ou da premiação ou da badalação ou de quem será a primeira a posar pelada nas revistas masculinas. Não tô nem aí para esse tal de BBB8.

Na real, o que mais me preocupa nesse ano são as eleições municipais cuja campanha deveria assumir o modelo do BBB8. Sim, realmente acho que cada um dos cinco mil municípios brasileiros deveria enclausurar seus candidatos em uma grande mansão cercada de câmeras de televisão e tudo o que eles falarem e fizerem durante a campanha seria editado e publicado para todos verem como eles realmente são.
No final, obviamente, teríamos um candidato igualmente isento de conteúdo como tradicionalmente são os campeões do Big Brother Brasil (e não será diferente neste BBB8), mas pelo menos estaremos com a consciência tranquila, pois teremos tido a oportunidade de observar os futuros prefeitos tirarem meleca do nariz.
Isso é democracia.
OBS: alguém quer senha para o BBB8 de graça?
13 Dec
Previsão apocalítpica: No futuro, seremos todos filhos bastardos de mães estupradas
Se um dia este projeto de lei for aprovado, nada, mas nada no mundo impedirá que TODOS os nascimentos no país se devam a casos de estupro. A idéia do deputado Henrique Afonso (nosso empregado, por sinal) é criar um incentivo financeiro para que as mulheres estupradas não abortem o rebento.
A bolsa-bastardo (criação minha) iria abastecer a família da mulher vítima de estupro durante 18 anos para que esta crie um filho que nunca desejou com metade do DNA de um homem que odeia.
A pior pérola, no entanto, é citação “evangélica” do congressista:
“O aborto, para nós evangélicos, é um ato contra a vida em todos os casos, não importa se a mulher corre risco ou se foi estuprada”, afirma o deputado Henrique Afonso. “Essa questão do Estado laico é muito debatida, tem gente que me diz que eu não devo legislar como cristão, mas é nisso que eu acredito e faço o que Deus manda, não consigo imaginar separar as duas coisas.”
Sugiro uma nova bolsa, a bolsa-idiota. Ela se pagará mensalmente um salário mínimo para todo o idiota que se resumir a não fazer nada o dia inteiro. Esta é a minha contribuição para a sociedade.
12 Dec
Natal é tempo de gente soplidária? Talvez, mas isso não importa realmente. Uma pessoa que usa de uma desculpa esfarrapada como o Natal para ser solidária – ou seguir uma religião qualquer para não sair por aí matando gente – é obviamente desequilibrada.
Eu, aparentemente, sou um desses porquê só hoje decidi entrar na blogagem social liderada pelo não-japonês GraveHeart e pela Menina que Joga
Para ajudar eu entrei no Portal Social, uma ONG mantida pela RBS com o objetivo de facilitiar as doações de pessoas físicas para entidades assistenciais, e escolha uma entidade.
A minha escolhida foi a Associação de Assistência ao Menor em Oncologia, a AMO, uma entidade de Novo Hamburgo que trata de crianças com câncer. Segundo o site, o dinheiro será utilizado para o custeio de despesas administrativas da instituição, contratação de recursos humanos e aquisição de insumos para o tratamento do câncer infantil.

Os R$ 100 que doei para a AMO farão com que pessoas com problemas sejam ajudadas por especialistas laicos. As outras duas entidades hamburguenses na lista são ligadas a igrejas e prefiro me incluir fora desta, apesar de considerar o trabalho de ambas excelente.
10 Dec
Esta matéria da Economist diz que o preço dos cereais e alimentos está subindo em todo o planeta há alguns anos. Teriam duas razões para isso:
É lógico que os países ricos nem sentem a diferença na conta mais cara. Alimentação responde por apenas 10% do dinheiro gasto por norte-americanos ao passo que corresponde a 70% dos bengalis.
Ironicamente, a revista sugere que a saída mais adequada para o problema dos preços dos alimentos é distribuir dinheiro (ou benefícios) para os mais pobres poderem comprar comida. Mais ou menos como o bolsa-Lula faz.
5 Dec

5 – Jesus provavelmente não nasceu em 25 de dezembro do ano 1, aliás, ele nasceu antes da invenção do 0, por isso que hoje contamos as décadas, séculos e milênios a partir do ano 1 ao invés do 0 (fonte
4 – Antigamente se comemorava o nascimento do guri em 6 de janeiro, junto com a festa de “Epifânia”, mas foi trocado com a mudança do calendário Juliano para o Gregoriano
3 – Hoje em dia, o 6 de janeiro é marcado como o Dia dos Reis Magos e em alguns países é neste dia que se trocam presentes, o que pareceria mais adequado segundo a tradição (fonte;
2 – A cada ano se começa a falar antes no natal, isto porque apenas os primeiros são citados na imprensa (“O shopping tal já está com decoração de natal…”);
1 – Papai Noel não passa de um duende com obesidade mórbida guiando um trenó voador puxado por um grupo de veados.
Fato memorável extra sobre o natal:
0 – É realmente necessário termos uma data para sermos gentis, generosos e nos enchermos com comida altamente calórica e com baixo poder nutritivo? Claro que não!!!