Bender 2.0

Concorde comigo ou esteja fatalmente errado

Arquivo de posts para categoria: ‘Política

Engraçado, Michael Jackson e Farrah Fawcett escolhem o mesmo dia para morrer, 25 de junho. Coincidentemente, este dia marca o início da Guerra da Coréia, há 59 anos.

Teoria da conspiração? Não! Fato consumado.

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Vamos aos argumentos:

O resultado da recontagem foi divulgado nesta segunda-feira quando os Guardiães admitiram que em pelo menos 50 cidades do país houve mais votos que pessoas recenseadas –algo em torno de 3 milhões de votos irregulares.

E também isso:

“Se tivesse ocorrido uma grave ilegalidade nas eleições, o Conselho teria anulado os votos nas urnas, colégios, distritos ou cidades afetadas, como já fez em outras ocasiões em eleições parlamentares”, disse o porta-voz do organismo, Abbas Ali Kadkhodaei, citado pelo canal por satélite em inglês Press TV, vinculado à televisão estatal iraniana. (fonte dos dois parágrafos)

Fica a dúvida, o que seria mais irregular do que 3 milhões de votos falsos? Acabar o jogo e voltar atrás como fez Djalma Beltrami no domingo?

OBS: sim, o campeonato brasileiro é tão importante quanto a eleição maluca do Irã.

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  • Lula e a antalogia

    O nosso infalível líder teve um dia diferente ontem. Foi pra Suíça falar mal dos protestos alheios.

    “Eu não conheço ninguém, além da oposição, que tenha discordado da eleição no Irã. Não tem número, não tem prova. Por enquanto, é apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos”, disse o presidente, durante uma entrevista em Genebra depois de participar de reuniões na ONU. (Fonte)

    Reparem nesta frase antalógica do supremo mandatário brasileiro: Eu não conheço ninguém, além da oposição, que tenha discordado da eleição no Irã.

    Então os 39% de iranianos que discordam da eleição por acreditar ter havido fraude são irrelevantes? Sua opinião só contaria caso o lado vencedor também duvidasse do resultado da eleição?

    Convenhamos, isso não faz o mínimo sentido.

    Como se não bastasse, a antalogia ainda teve uma sessão de crítica ao judiciário brasileiro, que entregou o governo do Maranhão para a família Sarney, este verdadeiro farol da modernidade. Lula ainda não aprendeu que a verdadeira democracia não se estabelece nas urnas (Hitler foi eleito indicado chanceler pela maioria dos votos, afinal de contas), mas nos tribunais.

    OBS: correção por sugestão do Jose Eduardo.

    Atenção: recomenda-se evitar ler este post caso esteja em Cuba, China, Irã, Arábia Saudita, Brasília ou Coréia do Norte.


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    Vinte anos depois de um dos momentos decisivos do século XX, percebemos que o massacre em Tian’anmem mudou a China e o mundo. Paz Celestial é, dentro da filosofia chinesa, o lugar onde vivem as divindades, que na prática são os líderes e heróis mortos. Em termos brasileiros, Paz Celestial seria como a casa do Big Brother sem câmeras.

    Para comemorar uma data tão importante, que mostrou aos líderes chineses a impossibilidade de democratizar o país “aos poucos”, sugiro montar o seu próprio Massacre na Paz Celestial com produtos fabricados na China. Veja como fazer:

    Encomende alguns tanques do tipo soviético e vários Edward Cullen, que estaria fazendo turismo na China durante os protestos.

    O resultado é este:

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    O livraço “As Veias Abertas da América Latina”, de Eduardo Galeano, citado neste finde pelo comediante Hugo Chavez no meio do Caribe é uma demonstração de como é possível se fazer boa literatura e má história ao mesmo tempo.

    Explico. O livro é um grande ensaio do Galeano que explica porque a América Latina é subdesenvolvida e o resto mundo vive bem.

    A parte boa é que o Galeano escreve muito, muito bem. Sério, o cara é bom. “Futebol ao Sol e à Sombra” também é fantástico. Recomendo ambos livros.

    A parte ruim é que há tantos erros factuais e de interpretação no livro que a parte literária se perde um pouco.

    Para quem já leu “Armas, Germes e Aço”, as “Veias Abertas…” parece uma espécie de Harry Potter histórico. Ou seja, muito bem escrito, mas Hogwarts não existe.

    Por falar em best seller, depois de citado pelo comediante, “As Veias…” foi parar na lista de mais vendidos da Amazon. Um salto de 460 mil posições.

    Semanas atrás postei por aqui algo sobre a espetacular ordem de prisão de um tribunal internacional para um presidente africano. Na prática, a ordem consistia de um bando de europeus dizendo: tu é mau e queremos te prender.

    Hoje o Peru sentenciou o seu ex-presidente mais famoso, Alberto Fujimori, a uns 25 anos de prisão. Nada de espetacular, se ele não fosse tivesse sido o melhor estadista da história do Peru.

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    Fujimori, quando foi preso no Chile

    Há alguns anos eu estive no Peru e me apavorei com os comentários de nativos de como era a vida antes do japa assumir. Um senhor disse assim:

    Está vendo aquele poste aceso ali na rua? Então, na época da guerrilha, os maoístas da Sendero Luminoso colocavam bombas em todos os pontos de luz da cidade. Com isso, os subúrbios de Lima ficavam na escuridão todas as noites

    Detalhe, o fantástico presidente que permitiu a barbárie chegar a este ponto e, de quebra, ainda deixou o país numa inflação aterrorizante é o mesmo que está aí hoje, Alan Garcia.

    Além de desmantar a guerrilha usando táticas não muito civilizadas (incluindo sequestros e esquadrões da morte, por isso está sendo condenado), Fujimori também foi o responsável por uma das maiores trapalhadas de relações públicas da história da América Latina.

    No início de seu governo, surgiu um surto de cólera no Peru e no Equador. A disseminação da epidemia foi favorecida em grande parte por dois hábitos peruanos. Comer peixe cru (chama-se ceviche e até que é bom) e pescar próximo da saída do efluente líquido de Lima. Sim, eles pescavam em área contaminada por suas próprias fezes, o que é razoavelmente comum no mundo tudo.

    Então, no auge da epidemia o presidente da época, o surpreendente ex-professor universitário Alberto Fujimori, foi até uma rua movimentada da capital e comprou uma porção de ceviche de um ambulante e a comeu. Todas as redes documentaram o fato, logicamente, com a intenção de acalmar a população.

    É óbvio que Fujimori contraiu cólera logo após e passou alguns dias de cama. Pouco depois, a epidemia foi controlada.

    Estou sinceramente adorando este debate copo-meio-cheio/meio-vazio que virou o manifesto e o contra-manifesto contra a “Ditabranda“. O melhor de todo este debate, sem dúvida, é quando artistas como o Latuff misturam polêmica com humor.

    benderblog-ditabranda
    “Envia 15 milk-shakes para o porão, por favor!”

    Alguns dos blogueiros que eu mais admiro engalfinharam-se (e não foi na lama ou no gel) em argumentos interessantíssimos que me fizeram concordar integralmente com os dois lados sobre o tema Ditabranda. Veja este do Idelber Avelar:

    O já infame editorial da Folha, além de insultante à memória das vítimas da ditadura militar brasileira e comprometido com a ocultação da história colaboracionista do próprio jornal, fazia exatamente o contrário do que deve fazer o jornalismo: ele desinformava, contava uma mentira. Qualquer bom professor de história do primeiro grau sabe que não há nenhuma tradição bibliográfica de uso do termo “ditabranda” para designar o regime militar brasileiro, a ditadura de 1964-1985. Aos escrever as chamadas “ditabrandas” -caso do Brasil entre 1964 e 1985, o jornal simplesmente mentia aos leitores. Não “errava” ou “tinha um ponto de vista diferente”. Mentia, pois a ditadura brasileira não é “chamada” de ditabranda por ninguém. Não era, pelo menos, até o dia 17 passado.

    Caramba, concordo plenamente com ele. E também concordo com o Gravataí Merengue:

    E então vejo Emir Sader, notório entusiasta da DITADURA Cubana liderando um abaixo-assinado na Internet porque a Folha ousou empregar o neologismo “ditabranda“. Ridículo. Ele não está só. Quantos amantes da selvageria de Fidel não aproveitaram para vociferar contra o jornal? Não consigo contar.

    Mais um voto de inteira e absoluta concordância.

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  • Hoje está rolando o segundo turno para o cargo de prefeito de algumas cidades brasileiras, com isso um assunto extremamente relevante volta à tona. O voto facultativo.

    A necessidade de flexibilizar se torna clara quando se pensa no impacto do voto obrigatório nas eleições e na cabeça dos eleitores. A obrigatoriedade faz com que o voto seja muito barato, pois não demanda esforço nenhum de ninguém, com exceção de menores de idade e pessoas idosas.

    Explico melhor. Para ir votar geralmente é preciso investir tempo e dinheiro para deslocar-se, mas para justificar o voto se gasta ainda mais e não votar ou justificar tem um custo ainda maior. Portanto, todas as alternativas ao voto são mais caras.

    Por esta lei rígida e antiquada, exercer o direito de votar funciona como um imposto não-monetário sobre todos os eleitores.

    O pior, na prática, não é isso, é como as pessoas fazem para escolher seus candidatos. Como todos são obrigados a votar, os candidatos sabem que se trata de um concurso de beleza, no qual os candidatos com menor rejeição tem mais chances.

    Além disso, os candidatos sabem que o principal não é convencer os eleitores de suas idéias ou propostas, mas fazer com que memorizem os seus números. O voto obrigatório faz com que a eleição se torne uma competição de “recall”.

    “Recall”, para quem não sabe, é o termo que se usa em publicidade para a memória que certa peça deixa no público. Ou seja, o voto obrigatório transforma os candidatos em sabonetes. E não, não tenho nada contra sabonetes.

    E o voto facultativo?

    Os defensores do voto obrigatório dizem que a possibilidade de não votar iria entregar as eleições nas mãos dos militantes. Ou seja, apenas os mais interessados em política iriam votar. Seria uma “democracia de xiitas”.

    Eu não vejo problema nenhum em deixar apenas as pessoas que se interessam por política votar. E vocês?

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  • Ontem um certo Gabriel deixou mais um comentário no post sobre como seria um Rio Grande do Sul hipoteticamente independente do Brasil. O site que ele usou como referência é este, um apanhado de vários textos introdutórios razoavelmente coesos sobre separatismo do Estado.

    Esta é a apresentação dos caras por eles mesmos:

    O MRR, sigla para Movimento Pró República Rio Grandense, é um movimento pacífico, composto por pessoas que têm em comum o ideal da independência política e administrativa para o Rio Grande do Sul, hoje um estado da República Federativa do Brasil.

    Apesar de admirar a força de vontade deste grupo, continuo afirmando que as raízes deste movimento é um certo elitismo. Gaúchos se acham melhores do que os outros brasileiros.

    E talvez sejam, mas apenas pelos seus critérios egocêntricos. O separatismo promovido pelo princípio da auto-determinação (todo o povo tem direito a ser livre caso deseje isto democraticamente) não faz o mínimo sentido no contexto gaúcho pelos seguintes motivos:

    - não há no RS um núcleo histórico idependente do Brasil (não fosse o resto do país, possivelmente o Estado seria possessão argentina);
    - não há problemas de identificação cultural, política ou racial com o Brasil (há descendentes de africanos assim como também há de alemães, como no resto do país);

    Por fim, IMHO, é sempre melhor agregar do que separar. Isso simplifica a vida de todos, inclusive de jogadores de futebol catarinenses, como o Falcão , que ficou conhecido no futebol atuando por uma equipe gaúcha.

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  • Visto nas ruas de Novo Hamburgo:

    Campanha eleitoral

    Campanha eleitoral

    Na minha mais sincera opinião, político bom não é político honesto, mas aquele que não promete, mas faz.

    Honestidade é básico. Político se dizer honesto é como um restaurante declarar para todos a sua limpeza impecável ou um motorista de táxi dizer que nunca bebe em serviço.

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  • Filed under: Política
  • Nestas eleições municipais de 2008 há apenas três candidatos à prefeitura de Novo Hamburgo e nenhum deles entende a internet. Veja bem, não estamos falando de Cacimbinhas do Noroeste, Novo Hamburgo é uma cidade industrializada no centro de uma das regiões metropolitanas mais desenvolvidas do país.

    Enfim, mesmo assim o pessoal daqui decidiu definitivamente não cair na rede neste ano de 2008.

    ATENÇÃO: VEJA A ATUALIZAÇÃO DESTE POST

    Vamos por ordem de presença na rede:

    Ralfe Cardoso(PSOL), o blog gratuito no Wordpress do carismático vereador, mostra que a Câmara anda pagando mal. O cara não pôde sequer gastar R$ 50 num domínio com o seu nome. Em todo o caso, o site não tem atualização desde o início de julho, o que demonstra um tremendo desprezo pela campanha online. Já o seu endereço de campanha, ainda que registrado, não contém informação alguma.
    Tarcísio Zimmermann (PT), o candidato derrotado por duas vezes nas municipais (mas bem-sucedido nas eleições para a Câmara dos Deputados) segue o lema do presidente atual “feio é desistir”. Ele se deu ao trabalho de registrar um site com seu nome, mas não fez mais nada. (atualização!) O site de campanha toca o jingle direto, mas tem bastante informação. É uma pena que insiste tanto na música.
    Jair Foscarini (PMDB), o prefeito atual, consegue fazer ainda pior. Não tem site de campanha desatualizado, não tem blog gratuito, não tem nada na rede exceto referências à sua estadia na prefeitura. Enviei um e-mail para a coordenação do PMDB gaúcho para tentar descobrir onde o candidato se esconde na rede. Informações nesse sentido serão bem vindas. Tem um site sem informação alguma, o que é uma pena.

    Os comentários estão abertos para quem quiser acrescentar dados ao post (principalmente no que se refere ao site perdido de Jair Foscarini). Ofensas, comentários políticos ou pessoas elogiando o Inter serão brutalmente deletados.

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  • Este ano teremos eleições municipais e, como já é de praxe, ninguém sabe em quem votar. Pensando nisso, preparei um pequeno check list para que o eleitorado possa decidir como votar em um bom candidato.

    1 – Nunca vote em vegetarianos

    Quem se declara vegetariano quer mostrar, por algum motivo profundamente egoísta, que é superior a todos os comedores de carcaça de quadrúpes e aves esfoladas e estripadas. Não vote neles.

    2 – Nunca vote em políticos trabalhadores, honestos ou limpos

    O cara que precisa dizer que é honesto não deve ser honesto. Dessa mesma forma, esqueça todo e qualquer político que insista em debater o seu espírito trabalhador. Passe para o item seguinte.

    3 – Não vote em pacifistas, anarquistas ou pessoas que querem mudar o mundo

    Está provado que o mundo melhora passo-a-passo (melhoria incremental) e não em revoluções. Corrigir uma situação ruim exige talento, mas para fazer uma revolução só se precisa de retórica.

    4 – Não vote em políticos que falam de economia, saúde, emprego e segurança

    Via de regra, estes são assuntos que competem ao governador (segurança) e ao presidente (economia). Educação municipal, transporte, urbanismo, saneamento e limpeza pública já dão bastante trabalho para o postulante. Esqueça os candidatos que não sabem disso ainda.

    5 – Não vote em quem apela para os sentimentos

    Vamos combinar, o cara que diz que vai governar com o coração nasceu para ser cardiologista ou apresentador de TV e não prefeito. Esqueça ele.

    6 – Não vote em santos ou religiosos

    Mesmo que você tenha a mesma religião do candidato, lembre-se dos mil e quinhentos anos de obscurantismo trazidos pela mistura da Igreja Católica com os governos europeus. Religião e política não combinam e se seu candidato não entende isso ele não merece o seu voto.

    7 – Busque pelo nome do candidato no Google

    É sério. Os dois principais candidatos à prefeitura de Novo Hamburgo são o ex-secretário estadual e Deuputado Federal Tarcísio Zimmerman e o atual prefeito Jair Foscarini. Não deixe de procurar o nome deles conjugado às palavras “denúncia”, “ruim”, “bom”, “lei”, “projeto”, “proposta” e, por fim, “vegetariano”, afinal não queremos votar em alguém que não come carne, certo?

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  • O Brasil é um país inabitado que se situa na região inexistente ao sul do Equador. Os habitantes imaginários deste território desolado chamariam-se brasileiros, caso existissem.

    O sistema de governo do país é deveras peculiar porque, ao contrário do resto do país, realmente existe. É assim que se organiza o poder em terras brasileiras:

    Existe um poder executivo chamado Tribunal Superior Eleitoral, que geralmente demora séculos para tomar as piores decisões possíveis e imagináveis. Certa vez, por exemplo, ele decidiu que os hipotéticos cidadãos não teriam direito a possuir opinião política, exceto caso fossem proprietários de meios de comunicação.

    Existe um poder legislativo chamado Presidência da República, que eventualmente é ocupado por algum imigrante com várias personalidades esquizóides e sem o mínimo conhecimento legal. Este poder, por exemplo, tem capacidade para legislar sem consultar ninguém através de instrumentos despóticos cahamdos “medidas provisórias” e suas ordens passam a valer imediatamente e em caráter permanente.

    Existe um poder judiciário chamado Congresso Nacional, ocasionalmente preocupado em julgar as pessoas pelo o que elas não são. Pelos interessantes critérios deste poder, uma pessoa inoperante é uma pessoa de bem, um ladrão confesso é uma pessoa honesta e uma pessoa trabalhadora deve ser taxada com os mais pesados impostos.

    Existem rumores sobre a existência de uma população ocupando a vasta área do país, mas a lógica diz que nenhum povo minimamente civilizado aceitaria viver sob as condições impostas pelos três poderes descritos acima.

    OBS: este texto é um protesto à ESTÚPIDA resolução do nosso TSE IMBECIL que decidiu não permitir qualquer comentário positivo ou negativo sobre os candidatos às eleições municipais deste ano. Já de antemão aviso que não seguirei este regra.

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  • Eu não conheço o Políbio Braga!

    O Políbio Braga abriu um processo contra o Nova Corja, mas eu não conheço o Políbio Braga nem seu site, seu blog ou seu jornal. Nunca ouvi falar em Políbio Braga, você já?

    Então entre aqui e conheça tudo o que eu sei do Políbio Braga.

    OBS: post completamente motivado pelo fantástico processo do Políbio Braga contra um blog. Nem preciso dizer o que acontece quando um monte de gente lincar o nome do Políbio Braga apontando para o blog que ele está processando (GOOGLE BOMB!!!)

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