Concorde comigo ou esteja fatalmente errado
25 Jun

Ontem, um episódio policialesco quase estragou o jogaço entre Cruzeiro e Grêmio. No final do segundo tempo, depois da substituição do juiz, lesionado, um jogador do Cruzeiro foi se queixar para a imprensa.
Ele disse que o jogador argentino Maxi Lopez, do Grêmio, o havia ofendido chamando de “macaco”. Não que ele esteja mentindo, o que é possível, mas como se trata da palavra de um contra o outro prefiro não escolher lado.
Sinceramente, eu não acredito na ofensa em si, “macaco”, pois é um animal realmente muito parecido com o homem. “Orangotangos” também. Já a semelhança de “baleias” com pessoas obesas mórbidas considero puro lobby dos zoológicos contra os aquários.
Aliás, vocês já repararam que em boa parte do mundo, qualquer cidade meia boca tem um aquário e no Brasil não? Pois é, mais um resultado deste lobby fortíssimo.
Acredito piamente que a origem da ofensa “macaco” venha de grupos pró-animais como o PETA e o Democratas. Afinal, num mundo em que seres superiores como macacos são comidos por gente inescrupulosa (os chineses) não vale a pena viver. Como estas mesmas entidades nunca se pronunciaram sobre canibalismo, imagino que seja por que animais, principalmente focas e macacos, são melhores do que gente.
Assim, ainda que, na visão dessas pessoas obviamente desequilibradas, usar “macaco” em vão seja uma ofensa passível de crime, acredito que o argentino deva ser inocentado. Principalmente porque em espanhol macaco é “mono”.